sábado, 7 de maio de 2011

Hããããã...

Eu paniquei. Ele panicou. Nós panicámos. Eles gravaram na mesma e ainda disseram que se percebeu tudo. Se fosse a acreditar neles, estava agora a atirar-me ao Mondego. Afinal... parece que aquilo é para fazer como se fosse dar-se uma aula. Hã... hã. É que tem tudo a ver. Tal e qual como uns Louboutin e lagares de azeite.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Mai nada!!!

Facebook

Se houve algum dia alguma coisa que me fez ponderar ter disso foi descobrir hoje que a minha Federica por lá anda...
Ai... vou pensar.

Tãããooo foooffiiis...

Quem não sabe, fica a saber: sou apaixonada por esta família de ogres!

Gosto de

pegar numa caneca um bocadinho larga, mas baixinha (a minha preferida para este efeito é azul turquesa às bolinhas), deitar lá dentro duas colheres de chá de café solúvel e uma de açúcar, juntar um fio pequenino de água a ferver, mexer muito, muito, mesmo muito, até ficar cor de mel e fazer bolhinhas, adicionar água a gosto e beber devagarinho o café que melhor me sabe... a aldeia, a meninice, a família, a cantigas de embalar, a lanches de amigos crescidos (e lá vem ela com as metáforas, diria agora o N.), a memória. É m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o. Com bolachas Maria a molhar, então...

Verdades e assim assim

O pânico, again

Amanhã, pequena R. gravará um pequeno vídeo onde, com alguns colegas, se tentará explicar um novo instituto jurídico. Há de tudo, como na farmácia. Os entusiasmados, os nem aí e os a panicar. Pertenço ao grupo que panica. G., amigo dedicado e companheiro informado da panicação, ameaça faltar... porque panica também ele. Ambos os dois já passámos pela triste constatação que não somos lá essas coisas na TV. Mas como foi em situações diferentes, sempre o outro dedicou ao infeliz um ombro amigo, palmadinhas nas costas e mentiras ao melhor estilo "não correu assim tão mal". Neste momento, temos agendada para as 17h a "reunião de alinhamento da coisa". Já comecei a tossir e a tentar falar pelo nariz. Ele ameaça uma conjuntivite que não admite luz dos holofotes. Vai ser lindo, vai. Ou não. Amanhã logo conto.

O que isto promete, aqui.

Das decisões...

Hoje é o aniversário de uma das pessoas mais importantes do meu tempo de estudante. Um ele com quem atravessei a Sereia a meio da noite, sem medo (ou terá sido sem consciência do perigo?! Diz-me tu, X., que também alinhaste?!), com quem fui a muitos cinemas, a muitos teatros, a muitas queimas e a muitas latadas. Que aturou todas as indirectas e directas e insinuações e outras coisas de todos os nossos amigos. Mesmo quando não nos passava pela cabeça nadinha... Um ele com quem tenho das melhores fotografias, assim, a fazer lembrar os melhores momentos. Um ele com quem falei todos os dias, de quem morri de saudades em Itália. Um ele que nunca me faltou. Que me deu flores. Que me explicava o que eu não entendia e ele já tinha estudado um ano antes. Que cantava (e canta). Um ele com quem podia ter dado tão certo. E deu. Até um dia. Um ele que nos finais de Março tinha uma fita inteira para escrever e na primeira semana de Maio me dedicou duas linhas à porta da Ordem dos Advogados. Porque sim. Já não podíamos dizer-nos muito mais que isso. Vai e sê feliz. Um ele que no fim do primeiro dia numa sala de audiência quis contar-me tudo em primeira mão. E então convenceu-me a largar o livro de Processo e a ir andar. Até que, nesse dia, eu de havaianas e ele de fato, nos sentámos na Vasco da Gama. Quando eu me levantei, já não havia nada a fazer. Ter vindo atrás de mim não lhe permitiu recuperar o que existia meia hora antes. Porque as palavras ditas são como as pedras atiradas. Não têm volta. Depois disso, vimo-nos pouco, cada vez menos. E nunca mais nos abraçámos. Doeu. Mas passou. Hoje, há minutos, telefonei-lhe, e, embora nos tenhamos dito muitas coisas, há um deserto imenso que nos impede, sete anos depois, de continuar a contar o tanto que, antes de me levantar, podia ter escrito uma história diferente da nossa vida.

Este post não é para entender. É só para ficar escrito.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A crise dos 7 anos



Há sete anos, morava na Rua do Brasil com o H., a C. e a X. Há sete anos, saí de casa com todos eles, por volta das sete e meia da manhã. Há sete anos, quando a Porta Férrea abriu, sentámo-nos no primeiro degrau das escadas centrais da Via Latina. Há sete anos, a Serenata Monumental foi lá. Há sete anos, passámos lá o dia inteiro. Fomos vendo a mancha negra agigantar-se. Há sete anos, comemos pizza trazida de mota ao almoço. Há sete anos, a Pitagórica actuou só para nós, aí pelo meio da tarde. Há sete anos, por esta hora, o meu nariz já se pelava, porque tinha estado muito sol e tínhamo-nos queimado todos. Há sete anos, fará aí às onze, eu e o H. pusémo-nos a cantar fado nos micros instalados para a serenata. Depois, adormecemos. Há sete anos, já nem sabia se ficava, se me ia embora, porque há sete anos eu só sabia que começava a despedir-me. Há sete anos, a Serenata, se não foi a mais bonita de todas, pareceu. Há sete anos, chorei baba e ranho incessantemente durante uma hora. Há sete anos, gritei tanto, saltei tanto, abanei tanto as fitas vermelhas carregadinhas de gostares, atirei tão alto a capa... que parece que foi ontem... tão bem que me lembro. Há sete anos, fiquei sem voz. Há sete anos, começava a minha última Queima como estudante. E se há dúvidas que o tempo passa a correr, esqueçam-nas. Passa mesmo. Foi há sete anos e pensar nisto aperta-me o coração e enche-me os olhos de lágrimas como se ainda agora sentisse que Coimbra tem mais encanto... na hora em que nos despedimos.

Das horas...

A menina gostou um bocadinho muito...


que a Crente se tivesse lembrado dela e lhe tivesse atribuído este selo.

E é por isso, por ser uma coisa boa, que não escolhe ninguém e a remete a todos os autores dos blogs ali do lado. Amigos-amigos, amigos-blogosféricos. Todos. Porque há dias em que me fazem tanta companhia...

Desgracei-me


Ai Romeu, Romeu, que fazes gato sapato de eu...

A menina queeeeerrrrr...


Ambos da Globe!

Gosto de


casas com luz, com janelas abertas, com sol nas paredes, com cheiro de ar, com gente a cantar. Gosto do cheiro da chuva nos canteiros das cidades. Gosto de gotas de orvalho nas flores dos vasos. Gosto de portas brancas. Gosto de números de porta. Gosto da luz dos amanheceres. Gosto de abraços quentinhos. Gosto de plantas em casa. Gosto de andar descalça. Gosto de tapetes que não escorregam. Gosto de banhos demorados. Gosto de roupa estendida. Gosto de gavetas organizadas. Gosto de meias dobradas. Gosto de livros começados. Gosto de livros já lidos. Gosto de tranças. E de fitas no cabelo. Gosto de brincos compridos. Gosto de brincos minúsculos. Gosto de aniversários. Gosto que gostem de mim. Gosto que me digam quando gostam de mim. Gosto que me digam quando não gostam de mim. Gosto de ouvir música sozinha. Gosto taaanto de chá. Gosto de cor de rosa. Gosto de dormir quentinha. Gosto de me espreguiçar muito pela manhã. Gosto de regadores de lata. Gosto muito de branco. Gosto de relativizar. Gosto mesmo de ouvir. Gosto mesmo de falar. Gosto de finais felizes. Gosto de chorar em paz. Gosto de trabalhar. Gosto de ler. Gosto de aprender. Gosto de escrever. Gosto de aguarelas. Gosto de fotografias em casa. Gosto de sumo de laranja natural. Gosto de renda. Gosto de tecidos às bolinhas. Gosto de serras. Gosto de mares calmos. Gosto de ter tempo. Gosto de gostar. Gosto de pessoas. Gosto tudo das minhas pessoas. Adoro a minha gente. Já não saberia viver sem ti.

Eu lembro-me de cada coisa...

Quando andava na faculdade e morava no 37, a nossa casa de banho do último andar (onde também era o meu quarto) tinha um tecto que era uma enorme claraboia. Quase sempre aberta, faz-me ter saudades dos banhos em tempos de queima e latada, pelas madrugadas dentro, com a chuva a bater, fria, bem fria, na cara, e a água do chuveiro a fumegar e a cair nas costas e no cabelo. A vista, bem... a vista... Ao longe, via-se a Cabra. Tenho mesmo saudades.

Verdades e assim assim

Virei insensível. Gritámos ambas nos primeiros dez minutos sem parar. Depois, já certas que não era isso que os faria mudar o filme, fomos entrando na história. Com susto, mas sem pestanejar, vimos sangrar gente pelos olhos e tudo. Mas foi quando, impávidas, assistimos ao repeat da cena do bungee jumping com a tripa de um mau que se fez luz. Virei insensível. A seguir, bebi mais chá. E parei de insultar o G., mente brilhante que elegeu o Machete. Eu já fui uma mocinha tão inocente em tempos...

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Gosto de





gostar de quem gosta de mim.

:)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Somos mesmo

LAPAROTOS!

É a conclusão. Estou aqui a passar a ferro, liguei a TV e está a dar o "Peso Pesado"... Meus amigos... o que é aquilo?! É tudo tão mau que nem sei o que eleger como pior. A apresentadora com números a começar por 760 e a oferecer prémios como nas rodas e caixas e galinhas da manhã, a música, o ritual de queimar a roupa, o senhor que cita frases feitas, o ar de pena com que os olha a treinadora... Ai oh pessoas... É que se isto queria imitar o Biggest Loser... huuummm... NÃO CONSEGUIU!!! Até me doeu na alma ver a figura desta gente. Não a figura, figura, figura física. Não. Convivo muito bem com elas. Mesmo. Muito de perto, até. O que me doeu foi a figura que ali estão a fazer, o papel a que estão a prestar-se. Pronto. Foi a primeira e promete ser a última vez que vejo o programa. Agora vou acabar de passar o lençol que deixei a meio porque tinha de aqui vir desabafar...

A minha vida estava para ser um romance... e foi!

... percebi que já não era só a voz que me falhava... era também o saldo do telemóvel (ou a bateria, perdida; ou, simplesmente, a vontade). E não lhe respondi. Diz que isso empalideceu de medo a fulana. Não pude confirmar por mim mesmo... Estava um frio do caraças e ainda não tinha tido alta... A verdade, porém, é que, ainda hoje, mesmo na altura da praia, ela é um bocadinho branquela!

Lido algures, desaparecido não sei quando.

Verdades e assim assim

Hoje comi nêsperas. Foram as primeiras deste ano. Começam as frutas todas a nascer nos quintais. Se amo o Inverno, são as cores da natureza desta época que não me deixam desejar, para sempre, o tempo frio.

Vou contar-te uma história

O teu pai escondeu durante anos o quanto desejava ser pai. Ou melhor, dizer que o escondeu não fará justiça ao que ele sentia. Acho que a verdade é que foi deixando passar os anos, numa inércia inexplicável para se sentar, ouvir o coração e seguir em frente com os horizontes redefinidos. Quando ela apareceu, não foi capaz de a segurar, embora o tempo tenha mostrado que não tinha sido igualmente capaz de a deixar fugir para longe. Mas foste tu, ainda por existir, a ideia de ti, quem mudou definitivamente o rumo da história. Por isso te chamaram assim esse nome que tens. O resto, já conheces. Vês repetidamente as fotografias que imortalizaram os melhores momentos e ouves todos os serões de domingo as cenas que protagonizaram. Quando ontem, pela manhã, se espantaram com o namoro, tenho a certeza, confirmavam apenas como a vida pode ser maravilhosamente surpreendente. No final das contas, vivem felizes para sempre e isso não é uma fantasia.

Mimos



Ontem, assim, do nada, um presente.
Mimos da M.
A-D-O-R-E-I!!!

P.S. A outra foto não lhe fazia justiça. Estas também ainda não. Mas estão melhores...

segunda-feira, 2 de maio de 2011

E...

seguiu!

Cumpriu-se o objectivo de um Estado!

Mas, mesmo aos maus, tenho cá pra mim, ninguém nos investiu no direito de lhes tirar a vida. Isto sou eu que digo. Também não gostei do espectáculo da decapitação da estátua do antecessor. Sou esquisita. Não gosto deles. Fujo deles como o diabo da cruz, mas acho que nos assemelhamos todos muito quando recuperamos a máxima do "Olho por olho, dente por dente!". É isso.

G.

Estava quase convencida que isto tinham sido dois dias à Senhora da Asneira, tão fraca impressão me deixou o arrazoado no fim da leitura por inteiro, e que, a ser publicável, só se fosse no jornal da escola da minha mãe (o tema é criancinhas...). Mas ele leu e adjudicou. Não acha que está fraco, acha que está simples. Não acha que está pouco jurídico, acha que está bem escrito. Não acha que está seco, acha que está com o conteúdo essencial à vista. Pronto. Publique-se. O tipo é de fiar. Amanhã introduzo algumas das alterações propostas. Hoje já não dou nem mais uma para a caixa. Adeus. À terceira tentativa de directa, pelos vistos, a princesa cai para o lado. Vou dormir. O meu mal é muito sono.

...

domingo, 1 de maio de 2011

Mum

Quem a tem, tem tudo!

E se eu acreditasse nos astros?!

It's amazing what they can do with smoke and mirrors these days. People can make almost anything look like almost anything else. As long, that is, as their audiences are willing to believe what they seem to be seeing. Nobody in this world can be fooled by anything or anyone unless deep down within, they secretly want the deception to be a reality. Someone now is telling you that a hope is hopeless. Is this what you want to prove true? If you don't, just keep trying your best and trust what's in your heart.

sábado, 30 de abril de 2011

Verdades e assim assim

E vai e... fiz. E não, não esperei a noite toda. Gosto de dar boas notícias. Sobretudo a quem me ouve sempre as más e é irrepreensível a convencer-me que vão passar.

Vou voltar ao trabalho.

Cartas de Amor

"Quando estás comigo, os meus pensamentos não se dispersam, tu centras sempre todos os meus sentidos."

Carta de Amor de J. Keats para Fanny Brawne, em 1820
Cartas de Amor de Grandes Homens

A sobrinha

Já disse que a minha sobrinha Clarisse é linda?! Já?! Hoje dormiu um soninho tão bom no colo da tia que ainda tenho o braço a cheirar a bebé. Gosto dela. Muito. É tão kika foffi irresistível. Ai este tic tac... este tic tac...

Wishlist

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Ah...

Também abominei de morte quando, há bocadinho, me perguntou:

"Então, isso está quase?! Estás bem?!"

e eu respondi:

"Não. Estou farta."

e acrescentou:

"Bolas..."

e eu:

"A quem o dizes..."

e terminou:

"Vá, então vai lá. Bom trabalho."

e eu:

"Eu quero dormiiiiirrr..."

I hate, hate, hate... HATE...

Deadlines de 500 coisas ao mesmo tempo e que acabam em fins de semana. HATE. Pareço tola a escrever. Pego no relatório, empanco num ponto, abro o artigo, começo a empalear, vou ler mais qualquer coisa, preparo um bocadito de aula, respondo a mails, aponto na agenda o que me pedem, ex novo, para ontem... Estou na fase em que olho para o computador e só me apetece vomitar. Tenho a sensação física e tudo. DETESTO não saber dizer não. É isso. Isso e achar que consigo fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Não consigo. Sorry. Hate.

Linda!


Eu cá gosto de rendas e braços tapadinhos. Estou fã.

É assim a vida...

Enquanto na TV passa o casamento real da década, escrevo sobre histórias de misérias humanas.

Pergunto

As mães têm sempre razão ou veem as coisas com vista turva de amor pelos filhos?

Sempre achei que era a primeira hipótese... até a minha se sentar, solene, comigo, e dizer:

Acho mesmo que fulano gosta de ti. Tanto, tanto, que nem sabe lidar com isso. E acho que te cabe a ti mostrar-lhe que é possível. Afinal... dão-se tão bem. Tu só podes gostar dele também. Verdade?!

Ia morrendo, mas optei por desconversar.

E, no meio de todas,

reconheço sempre a tua voz, como quando se chega à porta de nossa casa.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Verdades e assim assim


As princesas dividem-se em dois grupos: as que conquistam, irremediavelmente, o príncipe e as que, não o conquistando, são, para sempre, citadas pela família dele toda como a muito preferida.

Sou tia outra vez!

E não é que às vezes invento

e até sai bem?! Estou orgulhosa. Por isso, pela primeira vez:

Uma batata e duas cenouras, cozidas e feitas em puré com um ovo, uma pitada de sal e outra de pimenta. Um peito de frango cozido só com sal, desfiado e passado por uma mistura fervente de azeite e açafrão. Num pirex, uma camada de puré, uma de frango e outra de puré. Um ovo batido por cima. Forno a 180º durante 20 minutos.

Ainda assim, continuo a apostar numa de duas hipóteses: ser rica e ter uma cozinheira ou casar com alguém com um especial gosto e empenho em matéria de culinária.

P.S. Dá para duas pessoas.

Verdades e assim assim


Gostava de um dia me ter sentado a conversar contigo...
Gostava que tivesses podido conhecer-me...
Gostava que gostasses de mim...
Algo me diz que gosta(ria)s...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Não é por nada...


Mas o TRP citou-me em mais um Ac.
Fico um bocado histérica quando isto acontece. Desculpem lá a parvoíce.

Consome-me, ainda assim, uma dúvida: o que é que as outras Relações têm contra mim (?!) ou, fugindo da teoria da conspiração, só há crimes sexuais no Norte?!

Private joke

A coisa de que menos gostei no filme sobre o William e a sua mais que tudo foi o facto de a tradução fazer constar que se tratam por você. Não acredito, mas pronto. Não bateu a história da vizinha Espanha. Afinal, não me deu para chorar. Mas mau, mesmo mau, foi o você.

Acho tãããooo deprimente

que o nosso PR comunique com o país pelo facebook. Tão deprimente.

Não sei se já vos disse..

mas ando apaixonada pelos acessórios, bijuterias, carteiras e vestidos da asos.

Desafio

Gostar do que se faz é...

Habemus rede!




E espreguiçadeira!
Não habemus é tempo para as aproveitar...

A foto do ano


Tirando o facto de preferir números ímpares... é isto! É linda!