sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Eu devo ter problemas...

Hoje dei por mim especada a olhar para uma criatura que falava sem mexer os lábios. Sabem uma tia?! Uma pessoa sem expressão?! Pronto. Hipnotizou-me, vá. Eu não percebo aquilo. Basicamente, para uma pessoa como eu, que fala com a boca toda e ainda lhe junta as mãos e às vezes um menear de anca, aquilo é uma arte.

Tic tac

Se um dia tiver filhos, tentarei criá-los numa casa. Não num apartamento. Numa casa mesmo. E há, entre outras, uma razão muito especial para isso. Gostava muito que os meus filhos tivessem um quintal. Mais que um jardim, gostava que eles tivessem um quintal.

É hoje!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Não é bem um defeito... faz mais parte do meu feitio

Há coisas que não consigo calar. São verdades que, se engolidas, me queimam tudo por dento. Não calo "gosto de ti", nem "fazes-me falta". Nem "desculpa", nem "estou mesmo triste contigo".  

Post privado... para mais tarde recordar

Hoje não houve porto, nem telefone. Só sais da Claus e jazz.

Indignidades televisivas

Eu gostava que alguém me explicasse o que é que a Alta Autoridade para a Comunicação Social faz, para além de existir e decorar a extensa lista de Organismos para tudo e mais alguma coisa neste país. Gostava muito que alguém me explicasse isso e, conseguindo avançar algum tipo de trabalho da dita Alta Autoridade, que a seguir me explicasse ainda como é possível que esteja, desde há dias, uma semana, talvez, no ar, a toda a hora, o mais recente anúncio da Cofidis. Aquele em que se incentiva o crédito para comprar um Home Cinema. Num país com os níveis de crédito mal parado para lá do imaginável, suportável e aceitável. Pronto, gostava. 

É tão gira. E ainda que não fosse... já seria uma das minhas preferidas :)

Verdades e assim assim

Sei que ando um bocadinho sensível quando... entro numa livraria e descubro que me citam numa das mais importantes obras nacionais da minha área... e tenho de sair sem trazer o livro que ia comprar, porque estou lavada em lágrimas.

Blogs

Há dias em que me apetece criar um blog novo, não dar o endereço a ninguém conhecido, mesmo n-i-n-g-u-e-n-z-i-n-h-o, e escrever sem parar. Depois passa-me.

Não gosto

de pedantes, de superioridades ocas e de gente a quem tudo sobe à cabeça.

Home


Sugestões de sítios onde comprar um papel de parede lindo e delicado, que não canse e nos faça querer ainda mais voltar sempre para casa?! 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Os nossos homens

foram em trabalho ao Alentejo. Era uma coisa lá para longe e que os consumiu, razão pela qual espaçaram os telefonemas para nos perguntarem cenas tipo "E onde é que ela anda?!" ou "E o que é que a princesa está a fazer?!".Vai daí, tiveram saudades. Foi só uma noite e um dia, mas eles acham-nos as últimas coca-colas do deserto. Ora, passaram em montes de estações de serviço. E não resistiram. Trouxeram bolinhos para a mamã, porque iam para casa e ela estava lá e... uma pulseira de cortiça para mim. A mamã ligou há bocado. Diz que os bolinhos são bons e a pulseira é gira. Eu acho só que os nossos homens são os máiores :)

Do que me derrete e faz feliz

Hoje à tarde, parou um carro ao lado do meu. E apitou. Olhei e tinha uma mão a acenar e um sorriso enorme à espera. Abri o vidro e ouvi um "Temos tantas saudades suas... Nunca mais apareceu... Gostámos tanto de si... Nunca a esqueceremos... Vi-a ali a conversar, mas ia no sentido oposto. Tive de ir dar a volta, mas não podia deixar de vir dizer-lhe estas coisas!" 

Foi meu aluno há dois anos. Hoje, fez-me só chorar um bocadinho, de felicidade, quando segui caminho, já sozinha e sem ninguém a ver. Por tantas razões, hoje, bem, hoje isto foi um momento insuperável do meu dia.

Má cara

A honestidade dos amigos pode ser desconcertante.
Hoje, ao almoço, disseram-me:

Estás com cara de quem não tem férias desde Janeiro.


Nota para acalmar os mais aflitos: dia 7 vou entregar-me nas mãos de quem sabe e esperar que, depois de uma bateria de exames, nem que seja com uma ajudinha em forma de comprimido, isto melhore de vez.

Mini me... aujourd'hui :)

Eu e os signos, os signos e eu

A minha relação com essa coisa dos signos e dos horóscopos e mais não sei o quê é um bocado esquizofrénica. Posso passar meses sem ler nada a propósito, mas depois, um dia, encontrar uma previsão e senti-la como uma seta que acerta, em cheio, no centrinho do meu momento presente. Como qualquer alma dada a estas relações ambíguas com as cenas da astrologia, também eu acho que há malta que acerta mais e malta que parece falar para não estar calada e faz copy paste de uns signos para os outros. Isto tudo para dizer que a Vera, hoje, que a li, ali nas previsões semanais, às tantas conseguiu desarmar-me. E é isso.

A-D-O-R-O


este bouquet, exactamente assim com estas cores todas, com esta assimetria livre e descomplexada. Deve cheirar infinitamente bem. E dourar qualquer espaço onde se acomode. Adoro, pronto.

Se tivesse de eleger um blog inspirador, talvez não hesitasse muito em dizer... Simplesmente branco.

Isto é tãããooo R....

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Ahahahahah :)

Amiga: Podes emprestar-me aquele livro da garota malcriada?
Eu: Qual livro?
Amiga: Aquele de que gostaste muito, que leste há tempos, qualquer coisa de uma garota levada da breca.
Eu: Aaahhhhh... Estou a ver... Queres que te empreste As travessuras da menina má.
Amiga: É isso.
Eu: (riso descontrolado)

Oh valha-me a Santa!!!

Se há coisa que uma mulher aprecia num homem, é isto:

a conversa do "Penso que talvez eventualmente sem compromisso mas experimentando e mimimi que não é um namoro mas gostava e depois enfim quem sabe ou não" seguida, quando, e-s-t-ú-p-i-d-a-s, ainda caímos, de uma outra conversa, esta já noutro registo, mais próximo do "E não era bem isso, porque talvez, enfim, tenhas confundido algum sinal, porque eu nunca quis, mas foi tudo sem maldade e depois afastei-me, mas custou-me, porque eu tinha de te dar espaço e quem sabe agora pudéssemos...". Ide pastar, sim?! Escrevam aí em letras grandes e colem na porta do frigorífico "Elas não mordem. Se nós formos DIRECTOS com elas, ainda assim, elas não mordem. Nem rosnam."
- ser constantemente comparada a outra.
- que andem a apalpar terreno com as duas ao mesmo tempo.
- a técnica de se fingirem de mortos à espera que nos batam as saudades. Dá sempre resultado. Durante os primeiros três dias. Depois, bem, depois só ficamos com vontade que desapareçam. Adoramos que nos ignorem... no fundo.
- e... acima de tudo, que tragam gente louca para a nossa vida.


Finalmente, poemas e musiquinhas são formas de engate. Se a intenção é jogarem às cartas connosco, eh pá... mandem mensagens só a falar do tempo e da liga inglesa de futebol, está bem?!

Ai... não resisto!

O Reitor escreve documentos oficiais recorrendo ao verbo AGUENTAR por tudo e por nada (acabo de receber a pérola).
O Miguel Sousa Tavares comenta na TV e diz "Não m' acredito!".

Estou por tudo.

Está de chuva


Ahhhh!!! Coisa mais melhor tão boa!!!

Mantra

E jamais voltarás a aceitar, para o mesmo ano lectivo, 6 (SEIS) orientações de mestrado e 9 (NOVE) orientações de pós graduação. Só naquela de conseguires fazer mais alguma coisa para além de leres o que os outros escrevem. Cada uma destas 15 (QUINZE) pessoas escrever de sua matéria seria super giro e interessante... se quisesses tornar-te uma enciclopédia, coisa que, ao que sei, não te cativa por aí além.  

Quer dizer...

Podem também servir para desempatar o vou - não vou a Istambul em Outubro. A ver...

Verdades e assim assim

Comecei a por moedas numa galinha. Seja cadela se não passo um mês no Brasil por ocasião do casamento da minha G. Tenho um ano. E umas quantas viagens para fazer até lá. Mas pronto... as moedas da galinha são para ir ao Brasil. Está dito.

Ioga

E quinta... lá vamos. Há-de compensar um bocadinho a provação chamada A...LIMÃO!

Alemão

Acabo de me inscrever num curso de alemão. Orai por mim. Eu... no alemão. Logo eu, que sou tão boa para línguas como para discussões sobre lagares de azeite. Ai... o que um doutoramento obriga as pessoas a fazer... S-o-c-o-r-r-o!!!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Smooth FM

Estou apaixonada por esta estação de rádio. Anda a fazer-me uma deliciosa companhia neste regresso tão doloroso ao trabalho mais que muito.

Do estado das coisas... finalmente!

O que mais me irrita no Miguel Relvas nem é ser pouco inteligente (diferente de ser pouco esperto, coisa que, aliás, acho que nem é). Não. O seu curriculum pode até ser uma ode à ignorância e, ainda assim, eu não me abalaria para o criticar. Sim, eu sei, é mau demais que a alminha tenha conseguido, num ano inteiro, fazer uma única cadeira do curso de direito e com dez valores quando, ao que se sabe, a sua vida nem era assim tão difícil que não pudesse o rapaz dedicar-se a essa coisa chata que por cá dá pelo nome de marrar. Também não abona muito a favor do indivíduo que, até naquela coisa a que chamou licenciatura, não tenha conseguido melhor prestação que um miserável onze de média. Eu não tenho nada contra as médias baixinhas... e nem acho que uma média diga muito do mérito efectivo do profissional que o aluno virá a ser, mas um tipo que parece cagar doutrina as vinte e quatro horas do seu dia devia, quer-me parecer, fazer melhor figura académica. Acontece que nem é isto que mais me irrita no Miguel Relvas. O que mais me irrita é que ele nos assuma como laparotos, gente que come e cala, apoucados intelectuais e bestas emocionais que até podem inflamar-se mas é só até aparecer uma mama de fora de uma qualquer gaja da Casa dos Segredos, altura em que o país muda de assunto. O que me irrita no Miguel Relvas é que ele acredite que a indignação é uma cena que nos assiste no modelo "bate forte, mas passa rápido". O que me irrita no Miguel Relvas é que ele não tenha, pelo menos, a humildade de assumir que o seu percurso não passa de uma tremenda cagada em três actos. O que me irrita no Miguel Relvas é que ele personifique o caciquismo deste país, que ele não caia porque quem podia fazê-lo cair não tem interesse nisso, pois cairia com ele. O que me irrita no Miguel Relvas é que me prove por A+B que um tipo medíocre mas com bons contactos pode planar sobre a realidade das coisas. O que me irrita, o que me dá vontade de lhe bater, até, é ele falar como se estivesse a gozar comigo. Aliás... é ele estar a gozar comigo, literalmente. E armar-se ao pingarelho como pseudointelectual da treta e opinar sobre as notícias a propósito da privatização da RTP como se fosse a última bolacha do pacote. O Miguel Relvas, como outros seres execráveis que a política nacional faz questão legitimar, dá-me vontade de chorar. Porque olho para ele e para o resto todo e não vejo mais que possa fazer.

domingo, 26 de agosto de 2012

...

dois anos
duas vezes

esta coisa absolutamente insana

Confesso que

também prefiro muito os blogs sempre bem dispostos e bonitos, perfumados com imagens e sons de poesia rara e com textos serenamente inspirados. E confesso que o tempo, devagarinho, me molda no sentido dessa maneira de estar na vida em que se guarda para assolhar na rua apenas o melhor de nós, em que as dores do corpo e da alma e as lágrimas que não são de alegria se lamentam, choram e enxugam em casa. Curiosamente, e olhando bem, percebo que as histórias mais amargas partilhadas com as minhas indiscutíveis pessoas, têm, saudavelmente, passado ao lado do blog, pelo menos para o leitor. Eu sei bem que no dia em que descrevi aquela azáfama natalícia as coisas estavam de um cinza escuro que fazia doer tanto os olhos. Acontece que, na vida, às vezes, nos cruzamos com os equilibristas. Os equilibristas, a bem dizer, variam no espaço e no tempo que nos ocupam. Ora se acomodam deliciosamente numa certeza absoluta de um futuro como nossas pessoas, ora se desmoronam para dentro de nós, como ruínas que enfeiam o coração. Nesses casos, em que o espaço e o tempo que ocupam em mim não me permite chamar-lhes, com um sentimento maduro, minhas pessoas, vazo aqui os melhores sorrisos e as mágoas mais fundas. E há para isto uma razão fácil de entender. Não posso permitir-lhes que me contaminem o oásis impoluto das minhas pessoas absolutas, mas, por outro lado, preciso de os pregar em determinação maior de estar feliz ou para que se me evaporem das dores e da água amarga. Faço-o, repito, cada vez mais, em casa. Enluto-me e reenfeito-me só para mim, capaz de entender a noção radical da intimidade do que é mais de nós, mais de dentro. Mas, que querem, se este blog é, também para isso, um pouco casa, a extensão confortável dos algodões macios, uma prece incontida a esse momento de se ser maior em que nos descalçamos?! Por isso, enfim... 

Verdades e assim assim

Há dias, comprei, por cinquenta euros, um irrepreensível vestido preto de autor, marcado a trezentos e quarenta e nove dos ditos. O que eu gosto disto. Ai... os bons saldos.

:)

Somos como os mosqueteiros

Se tu choras, é a máquina que se nos avaria. Porque não gostamos de te ver chorar. E se te magoam, isso enfurece-nos. É que nós, cá em casa, filha, somos como os mosqueteiros. 

Receita de um dia tão bem passado



Juntam-se cinco amigas e muita vontade de aproveitar um dia pela capital do Reino. Convence-se a malta a não ir de alfa porque se enjoa... Chega-se pela hora de almoço e segue-se para o Mercado de Fusão que está no Largo do Martim Moniz. Escolhe-se um sumo natural de ananás, feito pelo rapaz vendedor mais foffi de sempre. Almoça-se calmamente, bate-se muita perna a ver as modas e chega-se à Santini. Escolhe-se a bola do sabor mais amado entre todos. A de todas as vezes, pronto. Cuidando vagarosamente do tempo quente que amolece a tarde, segue-se para a exposição comemorativa dos 200 anos do Teatro São Carlos e a-d-o-r-a---s-e muito isso. Chega-se, enfim, ao Politeama, onde se assiste à já destacada para um dos lugares do pódio, "Uma noite na casa da Amália". A verdade é que se ia com ideia de que não se ia gostar assim tanto... mas se tem de dizer que é das peças mais bonitas a que já se assistiu, cheia de delicadezas cantadas e recitadas, com um casamento mais que perfeito entre as cantigas da diva do fado e os poemas em chamas do David Mourão Ferreira, do José Carlos Ary dos Santos, da Natália Correia e do Vinícius de Moraes. Acaba-se o dia a jantar no Casanova, no Cais da Pedra. E é isto.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Mummy and daddy


Casaram há 32 anos.

Verdades e assim assim

O médico da medicina do trabalho voltou hoje a confirmar: sou um pouco mouca do ouvido esquerdo. E é isto.

Ah... também vejo pior do olho esquerdo.

Basicamente, o meu lado esquerdo é todo um tratado de pequenas maleitas.

Poderei mudar o coração para o direito?!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Pós férias

Na minha varanda, não sobra nem um bocadinho de verde nos vasos. Tudo morto de morte morrida. Um dó só.

Tenho uma praga de formigas na cozinha. 

Anda uma abelha aqui na sala.

Ai... tanta roupa para lavar. E passar. Ai... que a minha Dona G. só volta em Setembro.

É isto.

Ser mana é

ter passado as duas últimas horas a caçar promoções de colunas para o Ipod no site da FNAC, já ter ido à FNAC, já ter voltado, já ter encomendado e já ter pago as ditas cujas. E ler "És a minha mana muito preferida do mundo todo!" quando lho disse.

Sweet

Paps

É frequente o meu pai atender os meus telefonemas com um "Olha a minha princesa adorada...". A minha mãe diz que, se um dia lhe apresentar o tal, ele vai pedir-me para ficar a sós com o rapaz, tudo para poder falar-lhe mal de mim, por ciumite aguda. Eu não acredito. Mas acho que faço mal.

Feminismos

Sei que li muito atentamente o meu "Guia da rapariga de hoje" quando, ao ver um senhor com as mãos nos bolsos e a mulher a puxar uma mala e a carregar com um saco, fora a carteira que levava ao ombro, não me contenho e me abeiro dele, que ia adiante dela, de rota batida, só para dizer "Olhe, o senhor desculpe, mas, certamente por distracção, não terá reparado que a sua mulher está um bocadinho atrapalhada ali com a bagagem..." E sorri, simpática que sou. Uma foffi, vá. Ele olhou para mim e corou. Eu temi que me dissesse "Ai ela já está habituada!", mas não. Revelou-se só um pouco mouco. E disse: "Desculpe?! Como assim?!".  E eu, sempre sorrindo: "Então, um cavalheiro não comete gaffes destas, salvo por distracção." E apontei na direcção da senhora, que me pareceu sem pinga de sangue a assistir àquele meu momento de "Pequena R. não tem a noção do perigo e sujeita-se a levar uma lapada por gostar de ensinar as pessoas a serem educadinhas".  E, finalmente, um "Deixa estar, que eu levo o saco!". Do mal o menos, que a mala era de rodinhas. Ainda não fiquei bem contente e se fosse comigo tinha de gramar com umas trombas monumentais durante a viagem até casa, mas já foi melhor que nada. A sério... Eu não entendo esta malta. Isto não tem nada a ver com igualdade, com feminismos, com "Ai vocês são muito espertas. Querem ser iguais, mas é só para o que vos convém." Oh pá. Poupem-me. Isto é uma questão de educação, de cavalheirismo, de saber estar. Como esperarem que entremos em casa, acompanharem-nos ao carro, deixarem-nos passar à frente, irem do lado de fora do passeio, darem-nos a direita, etc. Custa-vos muito?! Plamordedeus.

Tenho um recado para dar... e é já!

Ora bem, cheguei há pouco da rua e perder e achar gente a jogar às cartas é no centro histórico de Tomar. Vai daí, estou que nem posso. Quase verde, de tanta indignação. Este recado é para si, oh menino do Café Tropical da minha cidade. Lembra-se que eu passo a vida a pedir-lhe que nos deixe jogar às cartas na esplanada?! E que me diz sempre que a lei não deixa e mimimi?! E que eu costumo dizer que se calhar se quem se puser a jogar forem juristas, sempre se pode pensar num arrazoado contestatório se a polícia der as caras?! E que olha para mim e faz cara de mau e vai embora a acenar que não?! Trombudo, é o que você é. E não me venha também dizer que a lei em Tomar é diferente da lei em Coimbra, que eu digo-lhe já que não é. É que nós só queríamos jogar uma cartada de vez em quando, a lembrar os bons velhos tempos (tem sorte que ninguém lhe peça para jogar às escondidas dentro do café, alminha). Nem íamos jogar a dinheiro. No máximo, a tremoços ou amendoins. Você venha é aqui aprender a fazer uma cliente feliz. Estou que nem o vejo bem, homem. Onde é que já se viu: fazer cara feia a um inofensivo sobe e desce... Não há condições.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Queria só informar o leitor

que comprei hoje os primeiros dois presentes de Natal.

Mais das férias







E levava-me ao altar #30


É um Elie Saab, ora pois. 
Este homem recebe inspiração divina quando está a desenhar vestidos. Ninguém me tira isso da ideia.

P.S. Bem... vou ali dar um giro à cidade, que este princess mode hoje está que não dá para aturar.


"O Crisóstomo foi pedir a Isaura em casamento... Ela disse: sou um bocado maluca, fiquei muito tempo sozinha e talvez tenha cometido erros e estragado coisas na minha alma. E ele...: pois eu também sou um bocado maluco, e fiquei muito tempo sozinho, talvez tenha cometido erros e estragado tantas coisas na minha alma. Sinto que é mais fácil ser maluco quando estou contigo. É melhor. ... Puseram-se de luz, como se caíssem de um candeeiro." 

O Filho de Mil Homens, Valter Hugo Mãe

(Créditos de descoberta da imagem à minha sweet M., pessoa mais pequena R. que há no Mundo todo inteirinho.)

Ai que a boa vida está para acabar... ai.

Ontem foi uma básica de óleos essenciais. Uma pessoa depois até se levanta a custo. Faz tudo a custo, depois disso, é o que é. Apetece mais é dizer "Olhe, muito obrigadinha. Agora, se não se importa, apague as velas e feche a porta. Não conte a ninguém que eu aqui fico. E boa noite para si também, sim?!". Mas não dá. Toma-se um banhinho, janta-se um tamboril com molho de pesto, lê-se uma horinha no jardim, sobe-se ao quarto e dorme-se. Hoje não, hoje deixei a marcação feita para bem mais tarde que o fim da tarde. É à noite, mesmo. Mesmo à noite. E a experiência é toda nova e curiosidade. Diz que as sensações provocadas por uma massagem com pindas é impossível de descrever. Não sei. Mas pensar que vão andar a rolar-me nas costas, nos ombros, nos pés e por todo o lado com saquinhos de lavanda, jasmim, alfazema, hortelã, flor de laranjeira, cidreira, alecrim, canela e malva é coisa para me parecer muito bem. Ai, ai... Que vida esta, senhores. Que vida...

Eles querem muito dar cabo de mim...

O pequeno almoço do hotel inclui compota caseira de chila.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

domingo, 19 de agosto de 2012

Dos livros

Alguma vez vos custou muito despedirem-se de um livro?! Sabem aquela sensação de quando estão a sonhar com uma coisa muito boa e, de repente, o despertador toca?! E querem muito fechar os olhos só mais um bocadinho e voltar ao sonho, precisamente à parte em que pararam?! Pois... há livros que têm esse efeito em mim. Não são muitos, mas são marcos no meu baú das leituras. O incontornável Meu Pé de Laranja Lima, do José Mauro de Vasconcellos, talvez tenha sido o primeiro. Houve alguns, depois desse. Amor de Perdição, do nosso Camilo, Love Story, do Erich Segal, Novecento, de Alessandro Baricco... Há uns dois anos, o Saramago fez isso comigo, com o seu Intermitências da Morte. Aprendi (ou percebi, talvez seja melhor assim) com esse livro que o Amor, seja lá isso o que for, é mesmo a melhor e maior de todas as coisas. Tão infinitamente tudo que até a morte se acovarda perante ele. As Travessuras da Menina Má, do Llosa, deixaram-me a chorar baba e ranho durante um bom par de horas. E agora este Filho de Mil Homens, do Valter Hugo Mãe, vira-me do avesso. Vou ter tantas saudades... Começamos hoje um namoro pegado com o Diz-me Quem Sou, da Júlia Navarro. E vamos ver se a relação dá frutos e nos deixa contentes ou se é daquelas que bate forte mas passa depressa :)

Tudo tão pink, o que anda a entreter-nos :)




Ora muito bem... Aqui fica um cheirinho dos trabalhos manuais que por estes dias nos ocupam. A manta será de seis por quatro e já está um terço pronto, rematado e tudo, que deixei isso xpto antes de sair hoje de casa. Ficou mamãe com as mãos na massa... As almofadas são quatro e se três estão acabadas, a quarta veio comigo e, por estes dias, entre caminhadas pelo centro histórico, leituras nos jardins, massagens no spa e pequenos lanches de doces conventuais, há-de terminar-se. Estou quase pro em crochet, é o que é. 

Suspiro

É quase tudo tãããooo bonito... Os anéis fininhos que tanto adoro, os brincos mínimos ou enormes por que me perco, as pulseiras e os colares de uma sobriedade e simultânea exuberância como só as peças mais intemporais podem exibir. Adoro a Tiffany&Co.

A outra face das férias

Fiz-lhes risotto de cogumelos selvagens e espargos verdes para o jantar. Amanhã parto para os meus quatro dias de vida de hotel e spa, absolutamente vaga de pessoas, toda concentrada em dormir, ler, passear, relaxar, ouvir música, piscinar, comer guloseimas e fazer silêncio, sem hora marcada, fazer silêncio. Acho que lhes deixo saudades. Disseram que estava dos deuses. Deve ser um elogio. 

sábado, 18 de agosto de 2012

Das férias


Hoje saí da praia às nove menos vinte. Vi o sol deitar-se. Estava-se lá mesmo bem.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Prendada aos 30 anos

E pronto. Aos trinta anos e mais de meio caminho percorrido para entrar num trinta e um, eu, pequena R. Maria, aprendi a fazer malha. É. Ser filha de professora permitiu-me beneficiar de alguma paciência adicional quando tive de subir o ponto para a carreira de cima e unir os abertos com os fechados nos cantos. Comecei ontem com as lições e hoje já ali tenho material que podia jurar-se servir para uma pega da cozinha. Mas não. Assim Deus permita, aquilo um dia há-de chegar a almofada. E depois dessa, hão-de vir mais três, cada uma de sua cor, com tremoço de um tom abaixo nos remates. Diz que são para fazer bonito com a manta toda pink que a mamã se pôs a fazer para a minha sala, reportando-se a uma ideia que acalenta com inegável estima: a de que a minha sala, lugar dos meus tempos mais enxutos de inspiração tésica, merece uma decoração de Inverno e outra de Verão. Ambas as duas cheias de cor e mimos de mãe, em mantinhas, almofadas e coisas assim. A dada altura, posso apostar, terá pensado que eu careceria não tardava de um plano de recuperação, toscas as mãos a irem buscar as laçadas, mas há bocado chegou-se ainda mais junto e disse que afinal, bem vistas as coisas, até aos trinta anos se pode aprender mais qualquer coisinha do ser menina e que a meninice não acolheu. Cozinho cada vez mais comestivelmente, sou irrepreensível em limpezas e arrumações, não sou propriamente daltónica na decoração do lar, planto flores que é uma categoria e bordo ponto cruz com um lado direito perfeitinho. Agora, já sei fazer pelo menos dois pontos na malha, que diz que não difere sequer muito do crochet. Em garota tocava piano e, embora ande enferrujado, o meu francês ainda dá para o gasto. Definitivamente, a minha mãe não cabe em si de contente. Tem uma filha prendada. O meu pai, esse, ficou-se pela solene advertência de que esta coisa de nos tornarmos siamesas nas férias nos custa alguma inquietação na hora de voltarmos à vida dos outros dias. Mas depois disse que não fazia mal nenhum, porque as horas que passamos ao telefone podem bem justificar que não tenhamos medos desses. Ah. E acrescentou que, da família toda, sou a alminha com os pés mais bonitos e perfeitinhos. Nunca me tinha ocorrido apreciar pés, mas se o pai diz, é porque é verdade. E pronto. Sou uma prendada com uns pés de categoria. Diz que.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Frágil

É tudo tão frágil. Assustadoramente frágil. Sedutoramente frágil. Hoje tive um funeral. Um homem novíssimo, com os hábitos mais saudáveis do mundo e ainda tanto para viver. Deixa dois filhos crescidos por fora mas tão meninos para o perderem. A bem dizer, acho que nunca crescemos suficientemente para que possamos dizer que um pai, ou uma mãe, não nos são absoluta e incomparavelmente essenciais na vida. Deixa uma mulher tão jovem, com tantos planos que se desmoronam com o momento em que o coração do seu amor de sempre simplesmente, a meio do sono, parou. Assim. Parou. Deixa uma mãe despedaçada, que não deve haver mistério maior no mundo para uma mãe que a dor lancinante de perder um filho. E depois hoje soube de um bebé a caminho... assim a crescer devagarinho na barriga de uma amiga que vejo pouco mas de que gosto muito. Hoje, à mesma hora, neste mesmo mundo em que vivemos todos, morreu gente e nasceu gente. Hoje, à mesma hora, neste mesmo mundo em que vivemos todos, casais separaram-se e pessoas foram pedidas em casamento. Como sempre, também hoje, certamente, à mesma hora, neste mesmo mundo em que vivemos todos, houve quem entrasse e quem saísse da vida de alguém que um dia já lhe esteve tão perto. É assim a vida. Tão frágil. Custoso, isto... E, simultaneamente, tão mágico. Como engrenagem completa ensinada pelas melhores lições... sabendo bem que em lado nenhum cabe a noção de tudo. Nem no mundo, obrigado a desfazer-se, uma e outra vez, de alguém, para que vague lugar a quem chega. Nem em nós, acumuladores portáteis de calor humano, que a tempos, explique lá melhor quem souber, vêem a vida toldar-lhes as certezas todinhas e levar-lhes do aconchego da alma, mais que os mortos, vivos. Para que outros cheguem. Como a engrenagem perfeita, mas esta tão melhor ainda, em que tem de conhecer-se o muito para que se descubra o melhor de tudo. 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Minha música essencial #36


Não é a primeira vez que o deixo por aqui... mas adoro este fado :)

Das férias



Hoje andámos por aqui. Muito sol (e um escaldão), muita leitura, muita conversa deitada fora, muitos mimos às minhas pessoas pequeninas, uma tripa doce de ovos moles e uma caixinha de natas do Atlântida para o pequeno almoço de amanhã. É boa esta vida, pá!

E levava-me ao altar #29

domingo, 12 de agosto de 2012

Que me leve pela mão

Preciso de ir a um sítio. Sei que tenho de lá ir e que adiar isso me consome todos os dias mais um pouco. Preciso de ir a um sítio onde, idealmente, deveria adorar estar. Mas não adoro. Não gosto nem um bocadinho. Tenho dores de barriga só de pensar em ir lá, em ter de sorrir e engolir os sapos todos que me esperam. Engulo em seco e tenho um desconforto que me invade os sentidos um a um só de me aproximar. Sei o que lá me espera. E não ando com força anímica para enfrentar fantasmas. Mas tenho de ir. Devo ir. Preciso de ir. Penso "vou lá, pico o ponto e venho-me embora", mas sei bem que não é assim. Que a angústia que sinto antes de ir se há-de desfazer em lágrimas magoadas quando sair porta fora e vier embora. Preciso de alguém que me lá leve pela mão. Preciso daquilo a que o autor deste livro que ando a ler chama a companhia de verdade, aquela que não tem por que ir embora, preciso de alguém que, não sabendo tudo o que está para trás, não se arme em juiz de causa alheia, de alguém que só me lá leve pela mão, de alguém que não me faça perguntas, de alguém que só fique ali, a segurar-me na mão com força, com muita força, de alguém de que no fim me recolha toda num abraço descansado e sem pressa nenhuma, capaz de ouvir um choro sentido por horas a fio. Não precisa dizer-me que vai ficar tudo bem. Basta que continue a segurar-me na mão com força. E que, no dia seguinte, ao acordarmos, já nem se lembre do que passou. Nem eu. Até à próxima vez em que tiver de levar-me pela mão àquele sítio. Para ser a minha companhia de verdade. 

Dos livros


"Quem tem menos medo de sofrer, tem maiores possibilidades de ser feliz." (Valter Hugo Mãe)

Eu não ando a ler um livro... eu estou a descobrir uma pérola. 

sábado, 11 de agosto de 2012

Wishlist


Se ontem tivéssemos sido vencedores de alguma coisa no Euromilhões, era para aqui que eu ia uma semana.

Eu estava para ser dondoca, só que, pronto, lá não calhou...

Dei um mau jeito de manhã a fazer a cama. Ainda me doem as costas.

Gosto de

hortenses brancas, chão de madeira, queijadas de Pereira, brincos e pulseiras, lençóis lavados, mantas nos sofás, conhecer cidades e perder-me em trilhos pela natureza, poesia, pão, sementes de girassol, músicas instrumentais, ouvir o som do mar sereno e dos pássaros que chilreiam contentes, unhas pintadas, pestanas longas, ir a Fátima de vez em quando, fotografar paisagens e fotografar pessoas em momentos felizes, ouvir as histórias dos mais velhos, corações, velas aromáticas, meias de lã até aos joelhos para andar em casa, decotes em V, flores campestres, leques, janelas até ao chão, cadeiras de baloiço, chá quente (e frio também), pessoas que se lembram de mim quando eu menos espero, ter amigos com quem me entendo sem precisarmos de falar, dormir, vestidos e sapatos, folhas pautadas, pintura abstracta, cintos fininhos, ovelhas branquinhas, pessoas que riem com a boca, os olhos e o resto do corpo todo, diminutivos, nomes antigos, listas de tarefas, frio, jantaradas de amigos, lareiras acesas, figos, máscaras venezianas, pontes seguras, sombras de árvores, rios de água transparente, presépios, cabelos sem electricidade estática, teatro e cinema, mãos dadas, cor de rosa, pó de arroz, cafuné, perfumes florais fresquinhos, viajar, beijinhos do mano, cantar enquanto conduzo, ter um blog, Natal, números ímpares, salada por temperar, mapas, famílias, dar aulas, ter afilhados e sobrinhos do coração, desenhos animados e livros para colorir,  ver os meus com saúde, amores perfeitos, túlipas brancas e peónias cor de rosa, estalar as chiclets com balões pequeninos dentro da boca, água, escrever posts destes, insistir, repetir, redescobrir os meus gostares. Gosto de gostar. E gosto muito de gostar muito das pessoas. E gosto ainda mais do momento em que percebo que há alguém de quem gosto todos os dias mais um bocadinho. Gosto disso. E de casas assim. E que gostem de mim. 

Verdades e assim assim


Ouvi esta música à tarde e... bem... fui-me lembrando dela e apeteceu-me cantá-la o resto do dia...

Da ilha e dos templários

Pois que tudo se encaminhava para ir mesmo até à ilha. O hotel está reservado pelo Booking e as viagens estavam em vias de ser compradas, mas as hesitações próprias dos tempos ditaram que hoje, enquanto o meu cartão de crédito empancava porque me tinha esquecido de lhe alterar temporariamente o plafond, alguém se apressasse a comprar os últimos dois lugares nos únicos voos que não tinham preços proibitivos e coincidiam, em datas, com a disponibilidade de mamãe. Vai daí e passei metade do dia com a neura e aguardo serenamente que alguém desista de ir até à ilha, na esperança de até quarta feira ainda conseguir um voo que não me obrigue a gastar, só em avião, quase o ordenado de um mês. As demais opções tinham sido afastadas porque não me apetece voltar agora a Barcelona, escolher Roma significaria perder metade do tempo em filas nesta altura, a Paris e a Londres já fui com mamãe, estive em Madrid no ano passado, temos outros planos para Genebra e Amesterdão, não quero praia, não ganhámos o Euromilhões e mamãe não pode estar fora mais de cinco dias. Ah... também conhecemos a Madeira e Porto Santo. E pronto. Tudo somado, e porque não andamos em maré de ir só por ir, se até quarta não houver novas das ilhas, vou sozinha (é sabido como gosto de andar sozinha)  para um dos meus sítios de eleição, com um tratamento soberbo, jardins maravilhosos, doces de babar, trilhos culturais e um spa com massagens bem como pequena R. ama de paixão. É por cá. Entrar num avião ficará para as núpcias de Outubro e para aquele prenúncio de Natal que hei-de ter em Viena na viagem que já está comprada e acontece lá para o finzinho de Novembro. E é isto.

Do que mete medo ao susto XV


Mas que raio vem a ser isto?! Aiiiii...

Sweet




Lembram-se deste post?! Pronto... cá estão alguns dos desenhos deles. São lindos. Não liguem à qualidade das fotos, mas hoje a minha máquina não está nos seus dias. Ou então é de eu já estar com sono...

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A ler

Pequena R. sugere ao leitor


É tudo lindo de morrer. Estou absolutamente apaixonada pelas colecções Amores Perfeitos, Lenços dos Namorados e Principezinho. Amo as andorinhas e os corações de Viana.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Das férias


Hoje foi a língua da sogra, quinta são as ameijoas e segunda vamos à tripa doce. Estamos imparáveis.

sábado, 4 de agosto de 2012

Viver para contá-los... os dias felizes :)




E lá fui, com as afilhadas. Um dia inteiro naquela que é, cada vez mais, uma das minhas cidades. Ora, o bicho andarilho que desce em mim quando chego à capital voltou a dar sinais de vida e, portanto, batemos muita perna, almoçámos pela Baixa, fomos à Santini, adorámos A Bela e o Monstro, visitámos o MUDE e acabámos com um lanchinho no Deli Delux. E pronto. Foi um dia mesmo bem passado.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Do meu fim de tarde


Presente da minha Nani e tão perfeito para o meu fim de tarde de hoje.

Verdades e assim assim

Cortei o cabelo e pintei as unhas de preto. Há toda uma nova pequena R. a caminho da capital já amanhã.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012