quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Desejo-vos...

Feliz Natal, pessoas do meu coração! 

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Capicua

Aos 11, nasceu-me o mano. Aos 22, acabei o curso. Aos 33... who knows?!

sábado, 20 de dezembro de 2014

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Missão hobby

É verdade que estou cheia de ideias para artigos, que até já pus livros novos em cima da secretária, que a partir de Janeiro volto ao yoga, que procuro manter as gavetas mais arrumadas, que, enfim. É verdade que já me associei a uma malta para fazer uns workshops de culinária. É verdade que até gosto muito de ler romances, ver filmes e ouvir música. Mas... sinto falta de um hobby. Outro. Mais manual. Gostava de saber fazer bijuterias, de costurar cenas com tecidos fabulosos, de pôr um talento qualquer em evidência. O problema, porém, é: qual talento?! Faço um ponto cruz jeitoso, mas também já gostei mais. Canto mal, danço pior, odeio correr e deixei morrer quatro bonsais. Se calhar, não sou muito boa a ter hobbies. Ando a ler muitos sites de notícias, a ver muitas revistas, a fazer listas, como mandam as leis da organização, mas... e o hobby? Tudo me diz que tricô rende e não precisa de grande reflexão. Além disso, profissionalizando-me, ainda posso poupar nos presentes do próximo Natal e fazer camisolas quentinhas à malta. Dei hoje o pontapé de saída. Comprei lã e duas agulhas. Cheguei a casa e pus-me a ver tutoriais na net. Ou sou muito limitada, ou aquilo ainda é difícil e coisa para me levar uns tempos a encarreirar. Anyone? Podiam vir cá explicar-me como ponho este cachecol em acção. Isso, ou sugerir-me outro hobby, caraças!

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

De Roma













Águas de Coimbra - serviço público

Aconteceu uma vez, aborreci-me muito, mas pronto, passou.  Aconteceu outra e, basicamente, passei-me da marmita. Vamos, então, por partes. O post interessa a quem é de Coimbra (presumo), mas, mutatis mutandis, vai na volta e o que não falta é disto pelo país fora e eu é que andava na ignorância. Vivendo sozinha, cozinhando pouco e não tendo jardim, os meus gastos de água de maior monta limitam-se aos banhos e às limpezas gerais. Assim sendo, a conta da água não costuma ultrapassar os 15 euros, nos meses piores. Regra geral, faço a festa por 12 ou 13. Pois bem. No Verão, apareceu-me uma conta de 99,97 euros. Estranhei, ainda por cima por ser num mês em que tinha estado pouco tempo em casa, conferi o contador e pus-me de orelha à escuta perante as inúteis explicações da senhora que dizia que tinha havido um erro e mimimi e que a factura já tinha sido enviada para o banco e o diabo a sete, mas que iam corrigir no mês seguinte. A verdade é que fiquei sem o dinheiro na conta, indevidamente, durante um mês. Não era muito, mas, como expliquei à senhora que me atendeu, para muitas pessoas, enganos daquele podiam ter arruinado a economia doméstica para um mês inteiro. Pedi cautelas. Este mês, a conta aumentou: 120,24 euros. Ia-me dando uma coisa. Só pensava nos presentes de Natal que podia comprar com esse dinheiro. Voltei a verificar o contador e a ligar para as almas das Águas de Coimbra. Que leram mal, que se baralham às vezes (é sempre contra nós, curioso...), que iam ver, que iam tentar não cobrar a factura e rectificar a tempo de avisar o banco, que acontece. E é aqui que a coisa dá para o torto. Porque se há resposta que me tira do sério é o clássico "acontece". Soa-me quase a um "Olhe, azar!". Portanto, senti-me investida de toda a legitimidade para lhes chamar incompetentes com todas as letras e para dizer que para a próxima me aborrecia a sério. Fica o aviso, que é serviço público: confirmem sempre as facturas. Sobretudo, as das Águas de Coimbra. Esses inimigos do Natal alheio, invejosos de férias e mal intencionados cobradores de água.

O desejado

Se alguém o vir (ou próximo), avise-me. Plasalmas!

E pronto, vim dar as caras!

Precisei de um tempo longe do blog e tão afastada do computador quanto possível. Não desapareci, nem deixei de me interessar por isto, mas precisei de algum silêncio. Volto agora, hoje. Volto para dizer que o caos instalado pela tese não foi totalmente ultrapassado e que ainda não tenho todos os presentes comprados, para comunicar que me encontro em busca de um lindo emprego a somar ao que mantenho (ficar sem bolsa leva uma boa fatia do meu vencimento... o que, enfim, tem de ser compensado de alguma maneira), que estou cheia de ideias para artigos, que já deixei de abrir a tese de cada vez que venho à sala, à procura de gralhas, que as aulas já acabaram, que faço anos não tarda e que, da minha lista de desejos mesmo urgentes, me falta encontrar uma écharpe/manta quentinha e grande e com um padrão de tartan vermelho, preto, azul, bege... Já corri tudo. As lojas todas que possam imaginar... e n-a-d-a! Sobre Roma e sobre as Águas de Coimbra, tenho muito a dizer, mas fica para outro post.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Da vida por estes dias


Ainda não sinto o alívio que julgava que viria com isto... Ainda tenho muitos momentos em que o pensamento se desvia e me questiono se aquilo estará suficientemente bem para não me envergonhar. Apesar de tudo, a vida precisava de continuar e, portanto, ainda não parei propriamente. Já compensei mil aulas, já limpei esta casa de alto a baixo, já me fui pôr mais apresentável (fiz depilação, manicure e pedicure, pintei o cabelo e voltei a alisá-lo...), já namorei e já estive uma tarde inteira em família, a "discutir" os enfeites de Natal em casa dos meus pais. Este ano, pelo simbolismo, a nossa árvore tem seis andorinhas. Amanhã e quarta ponho os pendentes mais urgentes em dia e quinta partimos para Roma. A minha esperança é descansar muito, namorar muito e passear muito. De todo o modo, a tese está entregue. E agora é tempo de me dedicar a outras coisas :)