domingo, 10 de outubro de 2010

Nasceu a I.

A I. é a quarta filha da C. e do H., meus amigos-irmãos, conquistas de Coimbra. A I. é irmã da M. e dos gémeos L. e G.. Sou tia outra vez. Já chorei ao telefone com o pai. Agora não consigo escrever mais nada. SOU TIA OUTRA VEZ!!!

Adoro


as ilustrações da Ana. São perfeitas.

sábado, 9 de outubro de 2010

Não posso MESMO deixar de perguntar...

OS FACTOS:

18/02/1999 – Nasce o X.

28/07/1999 – O X. é acolhido numa instituição

28/01/2005 – É decretada a confiança judicial do X.

14/02/2006 – É transferida a curadoria provisória do X. para um casal adoptante

27/04/2006 – O casal devolve o X.

04/04/2008 – É proferida sentença de revogação da confiança judicial e levantamento da inibição das responsabilidades parentais, com indicação de aplicação de medida de promoção e protecção “Apoio junto dos pais” ao X.


Alguém me explique, como se eu fosse muito burra, como é que coisas destas se passam num país que se quer de Primeiro Mundo, da Europa, do século XXI. É que eu não entendo. Não entendo. E olhem que me esforço... mas não entendo. O X. foi devolvido depois de ter passado quase sete anos numa instituição, porque já era grande!!! O X. não conhecia os pais. E foi viver com eles. O X. voltou a ser sinalizado há pouco tempo. Oh pá, a sério, há alguém capaz de entender uma coisa destas?!

Verdades e assim assim


Tenho de levar o meu coração ao médico.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Isto é de uma ironia...

"Faz de conta que um dá o braço a torcer.
Faz de conta que os dois se reencontram.
Faz de conta que um sorri e os dois vivem felizes para sempre.
Faz de conta que é assim tão fácil..."

Do início, mesmo, mesmo.

Concentração

Volta. Estás perdoada. Apanha boleia com a Paz de Espírito.

Se pudesse dizer-se que eu até sei cozinhar,

eu hoje tinha jantado strogonoff, mas, como não pode, jantei qualquer coisa que sonhava sê-lo, não foi bem mas também não ficou muito mal.

Sou tão melhor a aquecer sopa, meus amigos. Tão melhor...

P.S. Sempre consegui gastar as natas que tinham a validade a acabar... Grande mote para me por a inventar...

Já me tinha esquecido

de como há silêncios insuportáveis.

A prova maior de que tudo pode ser o melhor e o pior, dependendo das circunstâncias, do tempo, do espaço, da vida que inunda. Tudo. Ou quase tudo, concedo. O amor, a paixão, a amizade, uma casa, um carro, uma caneta, um jantar, um copo de vinho, uma carta recebida, um telefonema atendido, um passeio, um sono, um sonho, um silêncio. Quase tudo pode ser, em momentos diferentes, o melhor e o pior da nossa vida. O silêncio. O meu silêncio. O teu silêncio. Quem diria?!

Assim me encontro!

Muda e queda, como diriam as Tis.

Verdades e assim assim

Gosto do som da chuva nos vidros. E do aroma das primeiras águas de Outono. E dos suspiros também perfumados da terra nesta época. Gosto do contraste das minhas meias de lã com o vento que me tombou um vaso da varanda. Gosto de mangas compridas e de as puxar até chegarem aos dedos. Gosto do cinzento do céu. Gosto dos flocos densos que as nuvens formam. Gosto da luz que esforçadamente se faz notar lá fora. Gosto do anoitecer. Gosto da manhã. Gosto de mantas nos joelhos. Gosto de trabalhar quentinha. Gosto de banhos demorados em água fervente. E de pijamas macios. Gosto de aquecer as mãos na chávena do chá. Gosto de Inverno. E, enquanto ele não chega, gosto tanto do Outono.

*

Dos gostos...

Se eu peço para ver este...
... quem é que pode achar que, se não houver, eu posso, por exemplo, querer este?!
Obrigadinha pela preocupação. Não é bem de primeira necessidade. Aguardo, sem pressa. Até estamos em crise, veja bem. E só faço anos chegadinho ao Natal. Se começo já com insinuações a malta ainda esquece...

A tragédia, o drama, o horror! Quase, vá!

Não gostei de nenhumas Pretty Ballerinas da Romeu. Pior. Não gostei de nenhumas sabrinas da Romeu.

Senti-me sem chão.

Virei-me para as botas. Caí de amores por umas. Foi bater os olhos e começar a sentir que podíamos ser felizes juntas. São um tanto "levas-me a passear no meio dos montes?", mas depois têm um je ne sais quoi que lhes passa atestado de "tão menina". Rendida. São minhas.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Vento,

importas-te de parar de soprar dessa maneira?!
Estás a assustar-me.

Tenho de pré-aviso três pessoas para me tirarem o quebranto!

É que eu vou!

Nobel

Não penso bater-me com força por ainda não ter lido nada dele porque não foi assim há tanto tempo que comecei a render-me ao que era nosso. Além disso... ainda não li nada de tanta gente...

Do improvável

Sobre a rejeição da candidatura para o TEDH, e depois de ter visto as entrevistas possíveis e lido o que circulou entretanto na imprensa, consciente que, como diz o Senhor que veio a público justificar o chumbo, não estive lá, só me ocorre dizer que AMR é uma Senhora...

A cidade

A cidade vista da minha janela, ao anoitecer, quando as luzes todas se acendem, lembra um presépio... Às vezes, a lua põe-se, alta, ali num canto do cenário. Muitas noites, o céu tem estrelinhas. A-d-o-r-o.

Verdades e assim assim

Apanho cagaços de morte a ver o "Entre vidas"... mas não perco o vício!

Opiniões...

C.: E porque é que não podes ser tu?
Eu: Porque eu sou uma menina. Só posso dizer "Yes, I do!".
C.: Ooooooooooooooooooooooooooooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...

M-E-D-O

Eu: Nem quero pensar nisso, que depois não te tinha conhecido e isso era mau que me dás um jeitão de compincha laboral, mas sobretudo de conselheiro e amiguinho e tal e tal, mas, se não fosses o ilustre jurista que és, serias o quê?

G.: Provavelmente, biólogo.

Sou uma rapariga amiga do arraial*

Pronto, vamos a uma noite pimba da latada.
Mas eu quero uma noite pimba e a da pitagórica. Preciso. Estou com saudades.
E tens de ir de companhia às duas? Não podes ir sozinha a nenhuma?
Oh... já te estás a cortar.
Não... pronto. Eu vou.
Olha... e danças? E entras na roda? E cantas?
Tu queres fazer isso?
Quero. Sem isso não vale.
Pronto, eu faço. Mas tenho de ir bêbado.
Ok. Combinado.
Vai ser alta party, caniiita!
Pois vai. Já estou em pulgas.

* Eu também lhe aturo certas pancas. Não é isto a amizade?! :)

:)

Confesso que quando recebi o vosso relatório me apeteceu pegar no telefone e mandar-vos vir para cá trabalhar dois dias. Depois respirei fundo, lembrei-me de quem são vocês os dois, do que sempre falámos, do que já discutimos, realizei que nunca foram duros gratuitamente e assumi que, na realidade, só não deixaram de, a qualquer preço, ser justos. E aí comecei a procurar agendar o dia para esta reunião. Para vos dizer que têm de continuar.

Na reunião de hoje.
Não há dinheiro que pague ouvir uma coisa destas.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Só eu*

Mail:
Soy alumno erasmus.
Tréu-téu-téu pardais ao ninho...
Mi disculpe las molestias,
XXX

Meu primeiro pensamento: Coitadinho do moço... Será borboleta?!

Meu segundo pensamento: Não sejas má! Lembra-te que andaste uma semana amuada com o professor de Filosofia do Direito porque ele te encontrou no mercado e te chamou fanciulla!!!


*Ou: quem não sabe é como quem não vê!

Magnólia

Só ali podia eu redescobrir esta voz... Há tanto tempo que não a ouvia... Já quase me esquecia de como a adoro... Dá-me paz...

Vou trabalhar!

É só para dizer

que entretanto descobri ali um quebra nozes numa outra gaveta...

Constatação de última hora

O G. ofereceu-me nozes. Estava a apetecer-me uma ou duas. Não tenho quebra nozes. Mas cresci com o meu primo Pedro. E nós não gostávamos de modernices. Portanto, vai de tentar recuperar a força nos pulsos para, corpo a corpo, partir as ditas. Nada. Sou fraquinha nisto. Piorei com a idade. Então, decidi pisá-las. Esqueci-me que só estava de meias. Acho que tenho um pequeno entorse no pé direito e dói-me um bocado andar! É isto!

Wishlist

Agora é esta... em loop


Ai... é a malta a inspirar-se!!!

Vizinhos

O meu vizinho de cima está a ouvir, aos berros, música de intervenção... Será o primeiro sinal de uma nova revolução?! Primeiro, segura-te à cadeira que começa a haver planos para te arrancar daí!

Opções

1) O nosso "nós" é fixe e o resto que se lixe.

2) Deixa-te estar mas é sossegada.


Vá, tudo a votar, minha gente!

Missing you

Não resisto

Os U2 deram muitas alegrias a muita gente. Sei de quem, desde sábado, se assuma até como um homem mais galvanizado e tudo. À custa da banda. Vá, e de uma figura pública nacional. É que na casa de banho dos meninos, ao que parece, medem-se pilinhas enquanto se faz chichi. E nem todo o galã de TV mantém a promessa na hora H. Dizem. Que eu não vi.

Dúvida

Acham assim tãããooo picuinhas eu não admitir que um aluno me faça perguntas a mascar chiclet?!

Faz-me espécie. Não gosto. E, até ver, ainda sou eu que dito as regras, bolas. Qualquer dia temos juízes a ler a sentença de boné, advogadas com cintos, perna cruzada e a toga desapertada, testemunhas a fazer bolas enquanto pensam se o crime se deu mesmo por volta das 17h... Please. A bem dizer, acho que nem devia ser preciso dizer nada. Isto devia vir de casa. Mas... se não vem... embarcamos todos na onda?! É o regabofe?! Para mim sempre foi claro que uma aula era um espaço de informação, mas também de formação. E que há uma solenidade que não pode perder-se. E que isso não contende nadinha com a dedicação, o a-vontade, a certeza de que estou ali, a torcer por eles. Não é ser cabra. É tentar passar a mensagem de que nos distinguimos, sobretudo, pelas atitudes que assumimos. Mas desde ontem que me pergunto se estarei errada. Se não me ando a armar em mete nojo. Se não me devia deixar levar pela enxorrada. Porque há quem ache que as regras sufocam. Não dão liberdade. E eu... eu sempre achei que a discussão não podia ir por aí... Escrever todos os a sem h também pode ser sinal de liberdade e... a mim continua só a fazer-me lamentar os maus tratos à língua portuguesa... Mas isto sou eu...

Chá

Gosto tanto de chá. Ultimamente, de manhã, tenho-me rendido ao verde da nacional Gorreana. Hoje lembrei-me das plantações e da fábrica dela em São Miguel, nos Açores. Gostei muito. E... ou não andasse eu na fase do "eu quero voltar a...", estou para aqui a morrer de saudades dos Açores. Por comparação, sendo incomparáveis, gosto mais de lá que do Arquipélago da Madeira. Não é que não goste da Madeira. Gosto... Mas sinto-me mais em paz e parte de um cenário natural por perturbar nas ilhas dos Açores. Amo São Miguel. Tenho uma vontade enorme de voltar ao Pico. Idealizo muitas vezes um mês de férias a saltar de ilha em ilha, sem pretensões. Só para ver, reconhecer, fotografar, respirar, caminhar, dormir sob céus ilhéus... O céu lá parece-me maior. E, ao mesmo tempo, mais perto. E gosto do cheiro. O cheiro a mar e a terra. Gosto tanto dos Açores.

Vicky Cristina Barcelona

Tanto de Vicky, uma pitada de Cristina. Saudades mais que muitas de uma cidade onde se fez luz para uma nova história. Sonho pouco secreto de que seja verdade que não há como fazer não acontecer o que se pediu em Barcelona. O pânico de uma qualquer Maria Elena desta vida. Porque, no fim, o Juan lhe chama amor. Para sempre. Abalroada? Pelo acerto da frase repetida: "nem sei o que esperava que acontecesse". É que, mesmo, é tão diferente love someone de be in love with someone. E o último, não se explica. E eu, não me entendo. Nem te.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

*

É só para dizer que

a Maria Barroso passou pelas brasas durante o discurso do Cavaco Silva sobre a República.

Berro

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Estou mais aliviada.

Sometimes...


Porque, às vezes, o silêncio só diz... nada!

O mais próximo de um banho de mangueira

Pijama, torneira da varanda aberta no máximo, vassoura na mão e limpeza de chão com água corrente e pés na havaiana. Foi agorinha mesmo.

São factos

1) Sempre que ponho creme na cara, antes de o espalhar, distribuo-o por sete pontos: dois em cada face, um na testa, um no nariz e um no queixo.

2) Quando era miúda sonhava um dia viver numa carrinha hiace, com cortinas nas janelas. Era fácil de arrumar, ia para todo lado e podia dizer-se mais open space que as roulotes.

3) Nunca pintei os lábios de vermelho.

...

Pois!

Minha música essencial #12

5 de Outubro de 1910

Contraria a natureza

Nem sempre seres tu é a decisão mais sensata para ti. Às vezes, seres tu magoa. Portanto, para o caso de seres como eu, não digas sempre que te apetece esse "gosto de ti" que te balança na garganta mal acordas. Não verbalizes as saudades que te apertam o peito como uma mão gigante nas horas do fim do dia. Trabalha como se não houvesse amanhã e esquece os intervalos em que podes dedicar-te a essa arte de perdição que é sonhar. Coa a luz que pões em tudo com o filtro da sábia pergunta "E depois?". Não te aborreças pelo que fica por dizer, instruindo-te diariamente para as meias palavras, as meias frases. Um dia, saberás só meio sentir. Evita, mesmo, acreditar só porque sim. Deixa de lado as imagens do coração e toma partido, só, pelo que os olhos veem. Não escrevas posts à uma da manhã sobre as formas de contrariar a natureza.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Cá dentro

de mim mora uma cantora esquizofrénica. Depois de me preparar para falar uma hora e meia do estabelecimento da paternidade fora do casamento, fiz a viagem de ida para as aulas aos berros "Rapaziada, vamos dançar/ e encostar, encostar devagarinho/ porque a dançar ninguém nos leva a mal/ e é tudo normal se for com juizinho". No fim, já mais serena, deu-me para o romantismo e, com uma voz quase afinada, entoava dentro do carro um "O mar enrola na areia/ ninguém sabe o que ele diz/ bate na areia e desmaia/ porque se sente feliz".

Um dia destes misturo a picada de enfermeiro com o chapéu dos três bicos!

A sério... isto só pode ser do stress...

Collants

Estreia absoluta para esta temporada! O êxtase!

Pessoa


Falar contigo sem se me acelerar o ritmo cardíaco é, muito a sério, das minhas maiores conquistas dos últimos tempos.

Dizeres-me que não é bom estares sozinho... isso, já era escusado. Não tenho muita vocação para má. Assim má de mesmo má. Menos ainda com os amigos. E nós seremos sempre amigos. Mas é que o que uma fala dessas merecia era um "tarde piaste".

Até dói!

Estou a estudar um caso que dá vontade de perguntar se não devia ser preciso tirar uma licença para ser mãe. E pai.