segunda-feira, 31 de agosto de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Beta
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Finalmente uma grande verdade
(1) Gastar, muitos meses, quase metado do ordenado em livros também não ajuda. Mas pronto, uma pessoa sempre se arma em inteligente com brincadeiras destas!
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Verdades e assim-assim
Circo
Ontem fui ao circo. Eu, mais seis pessoas que foram comigo, mais umas pouco mais que outras tantas que também apareceram. Tive pena, outra vez, de estar num cenário vazio. Palhaços a fazer rir dois ou três pequenos e truques de magia para me espantarem a mim e a outro. Ri-me, como sempre. Rio-me, às vezes, até da lógica atrapalhação e técnica amadora destes circos menores. Depois, fechei o sorriso, para abri-lo novamente, maior. São maiores. Maiores é que eles são, que fazem circo assim. Vivem assim. Sobretudo, dão cartas na arte de ser contente, mesmo quando me parece que, lá no fundo, lhes deve apetecer desistir.domingo, 16 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
Promessa
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Despedidas
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Marcadíssimo
Piscina, massagens de rosa da Bulgária, vida de Hotel...Muito silêncio, muitos passeios ao amanhecer e ao cair da noite. O som dos pássaros e das vacas, quando muito. Da água. Do vento.
Há um ano que lá não vou. Jurei que só voltaria com a serenidade com que acreditei ter renascido lá. Mas voltar atrás faz parte. Volto agoro. E seja o que Deus quiser.
terça-feira, 11 de agosto de 2009

Praia
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Museu da Cera
E agora...

Mas depois vou matar saudades e descansar das férias para o único sítio onde se pode descansar das férias...
Para aqui
London
Tate com exposição temática Futurista. Muito cubismo. Muito surrealismo. Uma tarde a inspirar Mirós e a expirar Picassos... Ah... saudade :)
Mas uma pessoa não é de ferro... E muita cultura exige grandes bagagens... Logo... COMPRAS! Oh yeah!!!
P.S. Claro que também passei pelo Hard Rock! E cumpri a tradição! Mas a t-shirt já foi de saldo... porque já me tinha como que desgraçado no Harrods!!!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Sem tréguas...
A Lâmpada de Aladino, Luís Sepúlveda
Cartas de Amor de Grandes Homens, Ursula Doyle
A Eternidade e o Desejo, Inês Pedrosa
Terra Sonâmbula, Mia Couto
Sinto Muito, Nuno Lobo Antunes
Fazes-me Falta, Inês Pedrosa
Já ninguém morre de amor, Domingos Amaral
Cem anos de solidão, Gabriel García Márquez
Um Deus passeando pela brisa da tarde, Mário de Carvalho
... para onde não há direito!
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Pessoas
quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Hoje
E morder a verdade que diz que "quem quer, vê amor até numa cuspidela".
Para a engolir.
HUC
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Aqui Onde se Espera
- Sossego, só sossego -
Isso que outrora era,
Aqui onde, dormindo,
- Sossego, só sossego -
Se sente a noite vindo,
E nada importaria
- Sossego, só sossego -
Que fosse antes o dia,
Aqui, aqui estarei
- Sossego, só sossego -
Como no exílio um rei,
Gozando da ventura
- Sossego, só sossego -
De não ter a amargura
De reinar, mas guardando
- Sossego, só sossego -
O nome venerando...
Que mais quer quem descansa
- Sossego, só sossego -
Da dor e da esperança,
Que ter a negação
- Sossego, só sossego -
De todo o coração?
Fernando Pessoa, in Cancioneiro
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Intimidade
No interior do fruto mais distante,
Na vibração da nota mais discreta,
No búzio mais convolto e ressoante,
Na camada mais densa da pintura,
Na veia que no corpo mais nos sonde,
Na palavra que diga mais brandura,
Na raiz que mais desce, mais esconde,
No silêncio mais fundo desta pausa,
Em que a vida se fez perenidade,
Procuro a tua mão, decifro a causa
De querer e não crer, final, intimidade.
José Saramago, in Os Poemas Possíveis
Se por acaso (me vires por aí)
JP Simões [dueto com Luanda Cozetti]
Se por acaso me vires por aí - Disfarça, finge não ver - Diz que não pode ser, diz que morri - Num acidente qualquer - Conta o quanto quiseste fazer - Exalta a tua versão - Depois suspira e diz que esquecer - É a tua profissão
E ouve-se ao fundo uma linda canção - De paz e amor
Se por acaso me vires por aí - Vamos tomar um café - Diz qualquer coisa, telefona, enfim - Eu ainda moro na Sé - Encaixotei uns papeis e não sei - Se hei-de deitar tudo fora - Tenho uma série de cartas para ti - Todas de uma tal de Dora
E ouvem-se ao fundo canções tão banais - De paz e amor
Se eu por acaso te vir por aí - Passo sem sequer te ver - Naturalmente que já te esqueci - E tenho mais que fazer - Quero que saibas que cago no amor - Acho que fui sempre assim - Espero que encontres tudo o que quiseres - E vás para longe de mim
E ouve-se ao fundo uma velha canção - De paz e amor
Na sexta-feira acho que te vi - À frente da Brasileira - Era na certa o teu fato azul - E a pasta em tons de madeira - O Tó talvez queira te conhecer - Nunca falei mal de ti - A vida passa e era bom saber - Que estás em forma e feliz
E ouve-se ao fundo uma triste canção - De paz e amor.
Seguidores anónimos
terça-feira, 21 de julho de 2009
Amor e uma cabana

segunda-feira, 20 de julho de 2009
Verdades e assim-assim
Mia Couto, in Terra sonâmbula
domingo, 19 de julho de 2009
Pessoa,
sábado, 18 de julho de 2009
Gota de água!
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Sugestão

serena, isenta, fiel.
Flor que se cumpre,
sem pergunta.
Onda que se esforça,
por exercício desinteressado.
Lua que envolve igualmente
os noivos abraçados
e os soldados já frios.
Também como este ar da noite:
sussurrante de silêncios,
cheio de nascimentos e pétalas.
Igual à pedra detida,
sustentando seu demorado destino.
E à nuvem, leve e bela,
vivendo de nunca chegar a ser.
À cigarra, queimando-se em música,
ao camelo que mastiga sua longa solidão,
ao pássaro que procura o fim do mundo,
ao boi que vai com inocência para a morte.
Sede assim qualquer coisa
serena, isenta, fiel.
Não como o resto dos homens.
Cecília Meireles, in Mar Absoluto












