domingo, 13 de janeiro de 2013

A festa

foi boa, pá! Embora não tenha sequer chegado a ir à Praça do Peixe ou avistado uma mísera cavava, a festa durou, animada como poucas, até depois das duas da manhã, aqui.

Já conheci a este sítio umas trezentas e quarenta e duas gerências. Umas melhores, outras piores. Não sei quem manda lá agora, mas sei que ontem, indiscutivelmente, não poderia ter tido uma noite melhor.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Já vos disse


que sou moça amiga de arraial, certo?! Ora pois, gosto muito deste. Em tempos, havia tradição de me juntar com uns amigos, jantarmos na Pizzarte e irmos para a festa. Há anos, uns cinco, que não me meto nessa aventura. Hoje volto, qual filha boazinha da terra. E pronto, lá vamos nós às cavacas. 

Qualidade de vida

é acabar uma semana num concerto da Ana Moura que não foi só muito bom, foi irrepreensível.

4 anos

Fizemos ontem quatro anos de blog.  Quatro anos.

E pensar que o criei por tua causa...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Saudades

Tenho saudades da Miss Glittering. Muitas saudades.

Muitas vezes era no blog dela que encontrava a paz necessária para reorganizar as prioridades, hipotecando para bem depois o que me atormentava e não era assim tão essencial. A Sofia (eu não a conheço) é daquelas bloggers que nos apequenam com a serenidade com que quase sempre descobrem o bright side da coisa. Acontece o mesmo com a Raquel. São inspiradoras. E fazem-me muita falta, como flores frescas nas jarras de casa ou chá quente pelo meio da tarde. São uma brisa amena nos passeios virtuais das pessoas atabalhoadas, como eu.

Por favor

Alguém que me conheça e que lê o blog me venha dizer que EU NÃO SOU UMA BARBIE. A Marisa V avançou essa hipótese de tradução e tem legitimidade para isso, que não me conhece, mas alguém, pelas almas, que já falou para mim, me diga que não é isso. Muito obrigada. Estou efectivamente em cuidados.

Desabafo


Talvez seja esse teu jeito de ser que me leva assim tão depressa da vontade de te abraçar e dar mimos "no cabelo mais macio sem ser de criança" à vontade de te virar para uma parede, obrigando-te a pensar se é mesmo assim que queres continuar o resto da vida. Enervas-me todos os dias, é o que é. Oh, pessoínha difícil. 

Traduza-se

"És cor de rosa!"

Logo à noitinha, ao vivo ;)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O famoso artigo

Ou nos dá a glória ou nos atira para a desgraça. Está visto. Dou por mim a pensar "Mas já não tinhas com que te entreter?! Já não escreveste coisas que cheguem com o rapaz?! Já não estava na altura de te dedicares mais à tese e de te deixares de tanto fait divers?! Sei lá... já pensaste que por alguma razão pensaram escrever o artigo há dois anos e nunca tiveram coragem de avançar?! Se calhar era um aviso... a dizer... "Eh pá, esqueçam lá isso... Não avancem nada."". O G. garante que o parimos em Fevereiro. Eu acho que o parto vai doer. E não avanço datas. M-e-d-i-n-h-o, minha gente.  Sei que parece que nunca escrevi nada na vida. É mentira. Escrevi. Continuo a escrever. Mas acho que nunca me passei tanto da marmita como neste artigo. A ver.

Também é possível que só um número muito residual de gente estude aquilo o suficiente para conseguir decifrar se somos loucos ou génios. É o que nos há-de valer, vá.

Gosto de

casas arrumadas, gavetas fechadas, vasos de vidro, assimetrias, livros sublinhados, poemas recitados, fotografias a preto e branco, mãos entrelaçadas, dias de frio, erva aparada, móveis antigos, casas isoladas, nenúfares em flor, músicas, terra molhada, curvas ascendentes do rosto, em sorrisos que estreitam os olhos, rendas por entertelar, laços fartos, mangas fluidas em vestidos de corte império, sabrinas com detalhes, quebra luzes, varinhas de condão, serões de trivial pursuit, suecadas a amendoins, fins de tarde na praia deserta, água do banho a escaldar, pernas depiladas, unhas pintadas, pisa papéis, puxadores em porcelana, crónicas em colectânea, desenhos atabalhoados de crianças, velas de jasmim, guias de viagem em italiano ou em francês, abraços e mimos do mano, cumplicidades mudas, letras desenhadas, pipocas caseiras, quadros coloridos, dicionários, marcas de livros de museus, cremes de frangipani, mostarda. E de ti.

Ontem à noite, hoje de manhã

Sou tanto da tua vida...

Verdades e assim assim

Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez.

Caio Fernando Abreu

Gosto desta, em português

Livros

Acabei "O nosso reino". Embora tenha gostado e ache que poucos autores conseguem ser tão brutais na descrição dos fenómenos da consciência íntima dos personagens, não gostei tanto como do meu "O filho de mil homens". Segue-se, na tetralogia do VHM, que ando a lê-la por ordem (sou niquenta, não batam mais), "O remorso de Baltazar Serapião". Neste momento, faço um pausa miúda e leio uma coisa mais levezinha, que o P. me emprestou em tempos. Tenho de lhe devolver o livro um dia destes, que detesto eternizar empréstimos, portanto, "Fado, samba e beijos com língua" anda agora comigo para trás e para diante por uns dias. 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Nur

é somente, apenas.

E pronto, vou ali à última aula de alimão antes do exame final e ocorre-me dizer que... sei quase nada daquilo. Sei nada, para ser mais exacta. 

Fumo

Começámos o artigo. Lá para 2020 devemos acabá-lo. Estamos numa de revolucionar uma determinada área do direito. Podia ter-nos dado pior. Não, deu-nos para isto. Deitámos fumo pelas orelhas. E pelo olhos. Escrevemos e apagámos muita coisa. Discutimos conceitos que ambos já ensinámos a centenas de pessoas e descobrimos que... se calhar... andávamos enganados. Estamos no bom caminho. Já dizia o outro que é da discussão que nasce a luz. Fartámo-nos de falar. Amanhã continuamos. Empenhadíssimos. É uma grande pena não podermos fazer também os doutoramentos assim a quatro mãos. Ter um melhor melhor amigo que estuda e pensa as mesmas coisas que nós é muito bom. É muito melhor do que podem imaginar. Chega a ser divertido. Estamos prestes a criar private jokes só nossas, que metam as palavras titularidade, poliédrico e inibição ao barulho. E mais não digo. 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Wishlist


Três dias. Em Março.

Verdades e assim assim

Falam tanto da nossa vida que há alturas em que acho que sabem todos muito mais dela que nós. Que nós os dois juntos, até.

E duas lamparinas, não?!

Tem um ar de enfezada que mete dó. Hoje, quando nos encontrámos, sorri, tentando ser simpática, e perguntei se o Natal e a Passagem de Ano tinham sido bons. Que não.  E um ar abatidíssimo, de repente. Fiquei cheia de pena e apoquentada. Alguém doente?! Alguma coisa de trabalho?! Enfim. Não. Engordou um quilo e meio. A sério. Esta gente droga-se, só pode. 

Pequena R. pede ajuda ao leitor

Queria vê-la. Não tinha nada para lhe dizer. Barafusta-lhe ela que não entende. Diz-lhe ele que se chama "Atracção pelo abismo!"

Não sabe se ria. Não sabe se chore.
Não sei que lhe diga.

Há dias

em que acordo disposta a tudo. Até a dizer-te que já passou. Só para não pensarmos mais nisso e nunca mais precisar de te ver ir embora sem mim. Há dias em que é assim que te vejo que começo a sentir saudades tuas.

Pássaros do Sul






num agitar inquieto
que me refresca a alma
pássaros do sul
bando de asas soltas
trazem melodias

Hate

Pensei muito se devia escrever este post ou não. Gosto pouco de valorizar o que acho que deve ceder por si, mas enfim. Quanto mais episódios de guerrilha blogosférica encontro, mais me apercebo que isto quase sempre não tem ponta por onde se lhe pegue. Basta que alguém divirja numa opinião para começarem os ataques. Extremam-se posições com demasiada facilidade. Incentiva-se o fogaréu, admitindo que tudo opine, minha gente, que, a cada conto, cada seguidor acrescente um ponto e que de nada se faça um prefácio de história de terceira guerra mundial. Felizmente, da meia dúzia de pessoas que por cá passa regularmente, nunca tive qualquer manifestação de desapego ao bom senso. Uns vêm e voltam, outros vêm e somem. É a lei da vida. Aqui e lá fora, no mundo a sério. Tenho imensa pena quando vejo duas pessoas inteligentes, bem dispostas, com blogs tão diferentes, "pegarem-se" por nada e, pior, alimentar a pega. Juro que já me tinha esquecido que um dia andaram de tricas. Os seguidores que têm uma vida também já teriam esquecido, seguramente. Olharam, avaliaram e alguns, como eu, calaram-se. Não havia nada a acrescentar que pudesse ser útil. Nada. Dizer alguma coisa redundava em falar para não estar calado. E vai daí, passado não sei quanto tempo, reabrem-se as feridas. A sério. A vida é curta. Deixem-se disso. Gosto muito de ambas. Nunca vos pedi nada. Peço-vos agora.

Será?!

Há quem diga que o segredo de um casamento feliz é não haver episódios escatológicos partilhados pelos cônjuges. Tenho algumas dúvidas. Muitas, para ser mais franca. Não digo que se banalize a coisa, mas a naturalidade é inimiga da perfeição. A menos que se pequeno almoce sempre um copinho de leite e um imodium, nunca se fique indisposto e se evite partilhar casas de banho, acho complicado chegar ao fim da vida a acreditar verdadeiramente que do ser amado só se podem esperar momentos de glamour.

Ainda do ser-se inútil

Eu: Pronto, então começamos o artigo quarta, certo?!
G.: Sim. Às nove e meia.
Eu (voz sumida): Às nove e meia, então.
N.: Às dez. Podiam começar só às dez.
Eu: Mas ele quer às nove e meia.
N.: Não te preocupes. Eu convenço-o. (E, virando-se para o G.) Às dez é mesmo uma boa hora, não é?! Mais certinha...
G.: Seja. Fica para as dez.
N. (baixinho, só para mim): Estás mais feliz?!
Eu: Meia hora mais feliz :)

Cambada de inúteis

Passava pouco das nove da manhã quando fomos convocados para nos reunirmos às seis da tarde. Não se podia faltar. Não é coisa de estranhar este tipo de convocatórias colectivas. Às vezes, por volta do meio dia, um convoca todos os demais para um almocinho à uma. Foi, aliás, à custa dessa mania que nos auto intitulámos "Cambada de inúteis". Só uma cambada de inúteis consegue assim reorganizar-se para almocinhos básicos à última da hora. Enfim. Isto começou com as quintas de cinema. O núcleo duro, composto por quatro almas, em que me incluo (vá, até só começou com três, que o primeiro cineminha foi com a mulher do melhor melhor amigo fora e eu e o outro melhor melhor amigo a ir acudir-lhe à saudade), foi-se alargando. Aos jantares que precediam o cinema juntaram-se depois mais dois e, no último ano, os últimos dois elementos. Somos oito. A cambada de inúteis é composta por oito pessoas. Muito inútil junto, no fundo. Mal recebi a convocatória, avisei que duas das inúteis eram um bocadinho menos inúteis que os outros e tinham alemão à hora marcada. Adiou-se o evento para as vinte e duas horas. Com a cambada de inúteis é assim. Enquanto um não puder, a coisa não se dá. Todo o santo dia quisemos saber o motivo do ajuntamento. Haviamo-nos deslargado ontem já perto da meia noite e não se percebia o que acontecera durante a noite que justificasse convocatória tão madrugadora. Desde hipóteses de casamento a filhos a caminho, mudanças de país ou alteração dos hábitos alimentares (private joke), pensámos de tudo. Todo o santo dia os demais seis cuscaram o que teria o casal que convocava para nos dizer. Já não aguentávamos mais. Movemos influências. Nada. Eram vinte e duas horas quando, mobilizados, nos sentámos a escutar o que tinham para nos dizer. 

Tinham-lhes sobrado muitos doces de ontem e precisavam de uma ajudinha ao consumo. 

Entre porto, chá e açúcar de mil e uma maneiras, lá ficámos duas horas a conversar, a rir do disparate, a combinar ajuntamentos e a enrijecer os laços mais que inquebráveis que nos unem para sempre. Todos os dias mais um bocadinho. Tenho ali essenciais. Tenho ali uma parte imensa do meu coração. Gosto tanto destas pessoas que a vida sem isto e sem elas não teria metade da piada. Essencial, essencial é a gente. As coisas são nada ao pé da gente. A gente é que conta. A gente. A minha gente.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Verdades e assim assim

Recomeçar

Há qualquer coisa de muito semelhante entre o ano novo, espraiado inteiro à espera de tudo quanto compõe um ano na vida das pessoas, e uma casa limpa. Sabe muito bem recomeçar, parecer que está tudo pronto, de novo, para outro tempo cheio de maneiras diferentes de dar sentido às coisas, aos objectos. Hoje, para além das arrumações, empenhei-me numa limpeza mais a fundo. Depois abri as janelas e, lá de fora, com o vento fresco, vinha um aroma muito intenso a erva rente. Aaaaahhh... gosto tanto. Agora que me pus aqui a trabalhar com a cabeça, ainda me reconheço a energia infinita das últimas horas. 

Hoje é dia de




desfazer a árvore e arrumar tudo quanto é de Natal. À espera... até Dezembro.

Traduza-se

Quando se dá ao trabalho de parar o que está a fazer só para dizer:

"Mas olha que eu tenho muito mau feitio. E estou um bocadinho acabado."

Gosto de


E olhem que eu nem sou grande fã de anéis. Ainda hoje o dizia. As minhas jóias de eleição são sempre brincos e pulseiras. Muito, mas muito, muito, muito mais que colares ou anéis.

Clic off

Há um tipo de gajo por quem eu não me apaixono. É o gajo do tipo cansativo. O gajo que me escreve uma coisa assim.

"A teoria dos determinantes da insignificância na problematificação da vida para que depois a problematizemos a fim de a simplificar num sistema problemático suficientemente simples e serenamente compreensível já era defendida no século passado na Faculdade de Direito de Coimbra e foi analogicamente redensificada nesta nossa troca de votos de um feliz ano. Na verdade, um desejo pessoa a pessoa de que seja feliz independentemente do ano, afinal também ele um determinante da insignificância."

Até fiquei com dores de cabeça.

Verdades e assim assim

Se vejo alguém vomitar, desato a vomitar também. A sério... se há coisa que me mexe cá com a sugestão é ver gente a vomitar. Tenho pena, que às vezes a pessoa doente precisa de ajuda, mas não consigo. Viro costas e ponho-me a pensar em palmeiras e areia fina ou em letras de cantigas antigas. Tudo para evitar o espectáculo. 

Ter decorado isso, levantar-se de rompante para limpar quando acontece ver alguém começar a saga e ir-me gritando pelo caminho "Vira-te para a janela e olha para a lua, para a lua, olha para a lua!", se não é uma prova de amor, anda lá muito perto.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Da certeza à dúvida vão três dias

Já tive a certeza que eras tu. Contra tudo. Contra todos. Contra as dúvidas. Contra as evidências. Fechava os olhos, calava-me para dentro e adivinhava: eras tu. Já tive a certeza que não eras tu. Contra o que queria. Contra o que sonhava. Contra o que me dizias, fazendo, que sempre disseste muito mais fazendo que falando. Fechava os olhos, engolia litros de água salgada invisível e assegurava-me: não eras tu. Já tive a certeza que eras tu longe de ti. Há meses fora de nós. Há demasiado tempo sem te dizer nada e sem que me fizesses nada. Fechava os olhos e só adormecia exausta de me enxergar na repetição constante de que, bolas, eras tu. Já tive a certeza que não eras tu juntinho de ti. O coração mais manso que de costume, tu repleto de afazeres para comigo e eu a decalcar-me na alma a certeza infinita que não eras tu. Agora não sei. Nem eu me calo, nem tu deixas de me fazer certezas de seres tu. Juntas-te mais e mais vezes. Muito mais. Muito mais vezes. Não te arredias e vais-me fazendo apequenar a mudez. Quando te encho de palavras, baixas os olhos e evitas fazer-me a certeza absoluta. Mas não vais. Juntas-te é mais. Juras que é verdade. E eu não sei se és tu, se não és. Sei apenas que quando te juntas, assim muito, esse mais quase tudo, podia o mundo acabar-se que o meu ruía inteirinho para dentro de "nós", todo a cantar e a rir.

Verdades e assim assim

É às vezes demasiado de repente que me ocorre não seres tu. Sempre quando não te tenho junto. E fico para ali a pensar no que quer dizer aquilo. E a não concluir coisa rigorosamente nenhuma. 

Areias

Juro que não ando a tomar daqueles pós que fazem rir, mas a verdade é que, hoje, enquanto inventava casos de aplicação da lei no tempo e no espaço, só me apetecia cantar aquela música d' "O Areias é um camelo, tem duas bossas e muito pelo". Eu saio-me com cada uma... honestamente. E rio-me. Sozinha. O que é ainda mais grave. Desato a rir-me à gargalhada. Pronto. É assim a vidinha. 

O descaramento


Eu conheço a Mónica. Sei que a Mónica é a melhor anfitriã possível nos Açores. Mas pronto, não deixa de ser um descaramento. Assumido.

Obrigada, Mónica! Muito, muito!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

2013

Tenho lido todos os dias antes de dormir e pelo menos cinco minutos antes de sair da cama pela manhã. Tenho lido muito mais, mas do que falo aqui é daquele ler que alimenta a alma de sonhos e vagares deliciosos. Do que falo aqui é daquele ler que transporta o leitor para outro cenário, outra história, outra vida, tudo cheio de pormenores, de instintos, de adivinhações de cheiros, texturas e cumplicidades mudas. Do que falo aqui é do ler que apazigua, que descansa, que desmemoria dos problemas e aflições de quem trabalha a ler e a escrever e há dias em que só relê e reescreve e chega ao fim e lhe parece tudo pior do que estava no princípio. Falo-vos de tudo, menos de direito. Continuo apaixonada pelo Valter Hugo Mãe. Comecei a tetralogia do autor em meados de Dezembro. Até ao Verão, a meia dúzia de páginas por dia, conto acabá-la. Pelo meio tenho lido outras coisas. Redescoberto Al Berto e Viegas. Refiz-me n' "A mãe que chovia", nas "Cartas de amor de grandes homens" e numa vista de olhos rápida à história, escrita em alemão, que, em jeito de incentivo, me ofereceram pelo Natal. Ainda não consigo. Lá chegarei. Gosto tanto de arranjar tempo para ler. E para escrever. E para tomar chá. Tanto. Mais, talvez, às vezes, do que para pensar. Como agora. Como nestes primeiros dias de 2013. Pensar...

Verdades e assim assim

Melhor melhor amigo

Uma semana fora e quando me liga hoje de manhã as primeiras perguntas são

"Sentiste muito a minha falta?! Muito, muito, muito?!"

:)

Acalma esse coração, pequena, que desespero nunca resolveu problema.

Caio Fernando Abreu

E, sendo assim,

diz que se calhar lá para Agosto vou a Nova Iorque.

:D

Depois de uma luta de cerca de meio ano, renovaram-me a bendita bolsa de doutoramento sem me obrigarem a prescindir do que mais gosto de fazer na vida: dar aulas. É isto. Vamos lá esquecer os primeiros três dias e abraçar 2013 com a convicção de que este ano é que é!

Sinais

Vou dormir. Já estou na fase em que só consigo inventar casos práticos com o crime de homicídio. Até gosto de fazer exames mas, às duas e meia da manhã, se calhar, não é o melhor horário. Amanhã faço o resto.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Verdades e assim assim

Tenho pancas. Não há nada a fazer. Hoje acordei a salivar por um scone com doce de figo da Achada do Nordeste. Da última vez que estive nos Açores (momento nostálgico... lágrimas nos olhos... ai... saudades), "descobri" este doce e trouxe um frasquinho comigo. Foi há muito tempo que o dito frasquinho acabou. Às vezes lembro-me dele, até já o procurei em supermercados e lojas gourmet, mas n-a-d-a. Rien de rien, como diz o outro. E hoje deu-me para o desejar... ali a correr por um scone quentinho abaixo. Aaaaaiii! 

Bem, vou almoçar um pratinho de sopa, que é para o que está a vida. E uma frutinha, que também é saudável e estamos em modo doces-não-plasalmas e mimimi. Mas pronto... era só uma excepção... para o doce de figo da Achada do Nordeste. 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Falemos de coisas importantes

Quarenta e cinco minutos depois, consegui voltar a aparafusar a porta do armário da cozinha que ontem me tinha caído aos pés. Sobraram-me peças. A porta está no sítio. Ainda não voltou a cair. A ver, portanto.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013