quarta-feira, 6 de junho de 2012

Thanks, S. Peter!


COIMBRA
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Verdades e assim assim

Cinema de hoje



Por muitas razões, sendo a mais válida de todas "porque sim". Arrumou e desarrumou. Cumpriu. 

Gosto de


Fotografias com movimento. Brincadeiras de crianças. Meninas de vestido.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Histórias morredoiras

Não o amo. Nem o odeio. Tenho dias em que não o nada. Mas depois ouço uma música, vejo um filme, leio um poema, encontro um pacote de bolachas... e apetece-me, alternadamente, desaparecer e recomeçar a luta. Inflama-se-me o peito em dores, sua-me a alma em agonias. E passa. São crises agudas de uma doença que, no meio da crise, consigo jurar crónica. Depois penso, por defeito profissional, nos princípios básicos da história. E chego à confiança. E, como balão que desincha, morre-me a crise num de repente repetido uma e outra vez. Não confio. Cheia de mim, prossigo. E chego à admiração. Alimento as crises com as coisas boas. Mas depois lembro-me do que não fez, do que não disse, do que não entendeu, do que não arriscou, do quanto não nos considerou. Não admiro. Pelo menos, tanto... tudo. Ora me surpreendo em fantasiosas imagens do que não foi, ora me arrumo e percebo o tanto que terá de ser. As mulheres querem homens que as encantem, que as mimem, que as cultivem em esplendor com poemas e músicas, flores e momentos íntimos. Mas querem sobretudo a paz de nos seus braços encontrarem o conforto das moradias da alma, a segurança das vidas felizes em que a eternidade se recupera em certeza todos os dias pela madrugada. E é isso que ele não me dá. O que faz toda a diferença.

Da inspiração

Fugiu-me. Foi dar uma volta.

Estou a precisar de me ouvir. E vai ser hoje. Mais logo, hei-de sentar-me com as pernas à chinês, com as luzes apagadas e um instrumental calminho, as janelas abertas e uma vela de jasmim ao lado. Depois hei-de fechar os olhos e sentir se está mesmo tudo arrumado. E pronto. Então já poderei entender melhor para onde me fugiu e por que razão me sumiu assim a inspiração.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Melissa


São minhas. São lindas. São tãããooo confortáveis.

Verdades e assim assim

Cinema

Há por aí alguém mesmo querido que informe pequena R. de um sítio perto de Coimbra onde possa ver o filme "We need to talk about Kevin"?! Cinema. Não me mandem tirar isto de lado nenhum, que eu não sei e nos meus momentos de sensatez também não quero aprender. Quero ver por muitas razões, mas porque também é trabalho. Obrigadinha, a sério!

Da justiça no trabalho

Acabo de receber um telefonema para distribuição de serviço. Somos três. Há três teses para arguir. Eu fiquei com duas, a minha outra colega ficou com uma e a pessoa que nos ligou... ligou-nos. Acho tão fixe ser chefe e não dar o exemplo. Olha... está bem. Estou em maré de não me chatear. Não sei bem é até quando é que me vai durar a falta de nortada.

Wishlist

Uma alma amiguinha e foffi que me invente um design jolie de doer aqui para o estaminé. Paga-se em beijinhos e xis e mimos e sorrisos felizes. É isto.

Em imagens...

Estava a chover... e eu tinha o cabelo esticadinho...

Fiz scones...

E as meninas fizeram o resto... e deu nisto :)

Somos tão amiguiiinhas... (Não... não sou eu que estou com aquelas pretty ballerinas lindas e côrrosinhas!)

Siamo noi :) (Embora o meu cabelo pareça um repuxo!)

domingo, 3 de junho de 2012

As 10 frases do fim de semana (para mais tarde recordar)

Atum com melão imita a famosa entrada de prosciutto com whatever.

Não stresses, lá em Malta elas vão nadar e nós ficamos na esplanada a papar malteses... ou, na falta deles, maltesers.

As meninas estudam cá, é?! vs "As senhoras devem ser da minha geração!"

Eu amo-te, mas não podemos passar o dia a colar o velcro.

Sim, sim, Nova Iorque. E depois marcamos em Trafagar Square. Mas isso é em Londres. Pois, em Hyde Park. Mas isso também é em Londres. Naquele famoso, porra. Sim, em Central Park.

Estás a dormir?

Em Lisboa dizem pá. Até a seguir a F#$@-se eles dizem pá.

Tu vais é fazer o que nós te mandarmos que temos de saber se podemos não ter filhos e ficar-nos só por tias dos teus. E despacha-te.

Era toda uma noção de moda que só pode envergonhar-nos para o resto da vida. 


Meninas, esqueci-me de alguma?!

Pessoas, em breve, segue reportagem fotográfica do bom mas bom, mas assim mesmo bom, fim de semana de nostalgia a ver fotografias dos tempos da faculdade, a deitar muuuiiitaaa conversa fora, a fazer disparates e a comer guloseimas. Gostei assim daqui até à lua e voltar infinitas vezes. Mesmo tendo aterrado no sofá e ferrado ali mesmo quando vocês ainda tinham pedalada para enfrentar quiçá uma rave.

Quem me leva os meus fantasmas?!

Quando há pouco cheguei à estação, vinda do bom mas bom, assim mesmo bom, fim de semana pelo Porto, saí do comboio e pus-me a caminhar. Estava uma grande confusão e havia muitas caras, tantas caras diferentes. Lá no meio, não sei vinda de onde, como invasão absurda do meu horizonte, podia jurar que estava uma cara conhecida. Parei. Mas parei assim de repente. Travei a fundo, percebem?! E continuou gente a passar por mim, em muitas direcções. E eu deixei de os ouvir, de os ver. Abria e fechava os olhos com força. Muitas vezes. Naqueles segundos senti o chão abrir-se debaixo dos meus pés. E um zumbido no cérebro. E uma dor no peito. Depois virou-se e caminhou na minha direcção. E, enquanto se aproximava, o meu ritmo cardíaco baixava, a minha respiração voltava à normalidade. Não era ninguém conhecido. Não podia ser. Mas era tãããooo parecido. E ia tirar fotografias.

Marlene

A minha vénia maior vai para a Marlene. Também gostei da Petra, mas a Marlene, a Marlene parece-me bem mais densa. Personagem que entra muda e sai calada, a Marlene diz tanta coisa ao longo do espectáculo... Dos amores doentios, das paixões avassaladoras, do que o ser humano se sujeita fazer pelo alvo da sua maior atenção, do que é o ser humano... Pequena R. recomenda ao leitor que vá ver isto: As lágrimas amargas de Petra von Kant.

Espalhar a felicidade é

estar no teatro e pedir ao homem que estava à minha frente para, por favor, se deixar escorregar um bocadinho na cadeira ou não poderei ver nada, vê-lo fazer isso sem hesitações, perguntar se vê bem assim também, ele dizer que não, porque tinha exactamente o mesmo problema que eu, com o colega da frente, dizer-lhe que então deixe lá, obrigada na mesma, e perceber que o homem está mesmo contente, enquanto me diz que não tem mal nenhum porque o meu pedido configurou um importante momento na vida dele: afinal não era minorca, era até uma trave, vá.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Dia da criança


A CRIANÇA que pensa em fadas e acredita nas fadas 
Age como um deus doente, mas como um deus. 
Porque embora afirme que existe o que não existe 
Sabe como é que as cousas existem, que é existindo, 
Sabe que existir existe e não se explica, 
Sabe que não há razão nenhuma para nada existir, 
Sabe que ser é estar em algum ponto 
Só não sabe que o pensamento não é um ponto qualquer. 

Alberto Caeiro

Repor a verdade


Tenho de escrever um post a repor a verdade sobre o filme de ontem. Para já, informo, a pedido de várias famílias, que o filme não era nem pornográfico, nem erótico. Não sei como, mas dou-me com esta malta estudada e eles garantem que é, no máximo, soft porno. Vendo-a como a comprei, porque não sei bem o que é que ficou por ver, mas está bem, seja. O título é Lie with Me. E, depois de ver o trailer, começo, finalmente, a acreditar que o melhor melhor amigo foi mesmo engrupido. Visto assim até parece fofinho. Mas pronto, informo que nisto se esgotam as cenas decentes. 
Se, por um lado, me pedem que vos dê estes elementos, por outro, afirmam-se desiludidos com a minha fraca abordagem ao tema aqui no blog. Esforça-se uma pessoa por lhes manter a reputação com algum crédito e a paga é disto: desilusão. E insistem, quais crianças fazedoras de asneiras incontidas mas por descobrir, que "afinal, mas afinal, mas então afinal..." e que ninguém dormiu e mimimi. Não lhes posso dar conversa. Fossem vulgares e andavam ainda agora a mandar piadas uns aos outros. Tudo tão denso como a história, mas reduzido embora aos clássicos brocados "O que tu queres sei eu" ou "Gostas pouco, gostas". Esta gente não é normal. E eu dou-me com eles. Tenho momentos de absoluto histerismo por me aperceber do que a vida me guardava. Os meus amigos são pessoas que enganam. Quem os vir na rua, acha tudo normal. Mas não. Em casa transformam-se. E, misturados uns com os outros, vêem soft porno enquanto terminam umas alegações, se for preciso. São perigosos. São capazes de amanhã fazer um ar desentendido e tudo, se lhes falarem neste assunto. Falsos sonsos, ah pois.

E por hoje é só, que ainda não consigo repor a verdade toda.

Gosto de


É meu. E cheira-me a ele sempre que entro na cozinha.

Dos berbicachos


São teses de mestrado. São quinze. São para ler. São para arguir. São cada uma de sua matéria. São para antes do Verão. São uma dor de cabeça. Ainda hoje vieram para cá morar e já eu me fartei de as cá ter. Ai...

Pés

Tenho os pés feitos num oito. Tenho bolhas, marcas e sei lá mais o quê nos meus ricos pézinhos. Sofrem muito sempre que chega a hora de largar as meias, mas este ano a coisa está, de facto, agreste.

June

Diz-me, em Junho, o meu amado calendário, que "Viver é ansiar a felicidade possível e a impossível". Cita-me quem escreveu uma das minhas obras preferidas, aquela em que ela "amou, perdeu-se e morreu amando" - CamiloCB.

É dramático



Ainda não me tinham perdoado não conhecer o Tom Sawyer... quando ontem lhes digo que não, não associo o nome à coisa se me falam só em Woodstock. 

Post sem título*


Lembram-se deste post?! Mais de um ano depois... aconteceu. E é isto. Não posso contar-vos mais nada porque fizemos um pacto de silêncio: o que acontece no 8.º D, fica no 8.º D. E agora, pronto, qualquer um de nós tem material didáctico para arrumar com a opinião do mundo sobre os outros. M-E-D-O. Como ontem se repetiu à exaustão, de facto, somos muito amiguinhos, mas, se calhar, há coisas que podíamos evitar partilhar. Neste momento, confesso, não tenho é nada nessa minha lista do "a salvo". E pior, mesmo pior, é terem-me feito tirar um papelinho à sorte e... mais de um ano depois, terem sido as minhas lindas mãozinhas a fazer aquela opção. Saiu de lá tudo com calor. Mesmo calor. Mas enfim, ninguém diria que não era da temperatura absurda que se sentia às três da manhã (sim, eu tinha dito que me tinha de deitar mais cedo... mas, como vêem, sou uma fácil de convencer). Ainda nem acredito que entrámos daquela maneira no dia da criança. Somos uns depravados.

*Para não chamar a atenção!