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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Pequena R. sugere ao leitor

Spaghetti Notte
Porque sim. Sem mais. À confiança.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Palácio

No Chiado. Lindo de morrer. A respirar Lisboa. Com uns petiscos de babar e uma limonada fresquinha. É a cidade a chamar por mim, outra vez. Adoro a luz de Lisboa. 

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Pequena R. sugere ao leitor


Bronze. Praia da Costa Nova.
Provem a sopa de peixe.
De nada!

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Pequena R. sugere ao leitor


La Vara. Ambiente descontraído. Hamburgueres do melhor que há (o de salmão com wasabi... ai o de salmão com wasabi...). Batatas fritas caseiras. E um bolo de chocolate de fazer pecar um Santo. 

domingo, 7 de agosto de 2016

Contemplatio

Entre nada e coisa nenhuma. Sossego.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Um sítio tão bom para se ir... e estar


Conheci há tempos este sítio. A Pousada de Belmonte fica, literalmente, no meio de nenhures. É um daqueles lugares em que se ouve o silêncio, que é uma coisa que faz muita falta de vez em quando. Pode dar-se um passeio pela serra, respirar o ar puro da terra e recolher a uma leitura sossegada se nos apetecer. Come-se ma-ra-vi-lho-sa-men-te! Mesmo. É um paraíso na terra. Perdido. Como os paraísos. Sem muita gente. Tal e qual como se quer. É uma paz. 

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Lua de mel

 Primeiro aqui.

 Depois aqui.

E, por fim, aqui.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Lagoa do Canário


From Açores... with all my love! E sim... a foto é minha :)

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Férias

Volto amanhã aos meus Açores. Sou uma criança à espera de verde e azul. Emocionada.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Soma e segue


O Piódão era um sítio que há muito queria conhecer. Massacrei, literalmente, o meu homem para me fazer a vontade. Por qualquer alinhamento estranho dos astros, quando eu tinha quase abandonado a ideia, mais do que convicta de que ele nunca, em bom rigor, sequer me ouvira, acenou-me com um fim de semana a dois na aldeia de xisto. No sábado, levantei-me eram sete menos um quarto, depois de na sexta me deitar às duas, para conseguir levar para o fim de semana a cabeça vazia de trabalhos urgentes. Corrigi provas com o mesmo sono que ganas que tinha de dois dias (quase) inteiros de namoro, passeio e descanso. Consegui. Acordei-o com a boa nova, arranjámos meia dúzia de coisas e lá fomos. O Piódão é bonito. Então à noite, da varanda de um quarto sobranceiro à aldeia, as luzes em presépio são mesmo, mesmo, mesmo bonitas. É bonito, mas é um daqueles sítios a que se vai uma vez e está visto. A estrada para lá faz enjoar até os condutores, obriga todos os ocupantes do carro a contrair os músculos da cara com medo das ravinas. É selvagem, inexplorado, com a pacatez de um tempo que só se encontra depois de dobrados vários montes e outros tantos vales, quase incompreensível para os adeptos dos dias frenéticos de sons e afazeres. O Piódão obriga a desacelerar, quanto mais não seja pelas ruas íngremes, difíceis de subir (e também de descer), pelo polimento traiçoeiro das pedras a chamar os rabos ao chão e pelas soleiras das portas enfeitadas de gente a mastigar o vagar de sair pouco ou nada dali. Gostámos muito. Tirámos muitas fotografias. Mas está somado à nossa lista de lugares e agora, bem, agora é tempo de somar outros lugares à lista. Nas férias... que só fazem tardar, caracinhas. Boa semana.

P.S. Foto do meu rapaz.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

De Aveiro, com amor*






*Despedida de solteira da X., sábado, 11 de Abril de 2015

terça-feira, 10 de março de 2015

Estava-se agora muito bem


era neste sítio. É um descanso!

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Pequena R. sugere ao leitor

um paraíso na terra. 
Chama-se Contemporâneo e é o restaurante do Sana Lisboa, na capital. Parece que o novo chef faz milagres. Há muito, muito, muito tempo que não tinha uma refeição tão perfeita. Talvez desde que jantámos no Marmoris. Experimentem a entrada de camarões em massa filo e não percam por nada a oportunidade de acabar a vossa experiência com uma tatin de marmelo. Ao que sei, aos almoços o restaurante tem um serviço mais informal, mas ao jantar não. O restaurante transfigura-se e acolhe-nos num ambiente muito intimista, perfeito para acabar um dia cansativo e deixar os problemas por um bocadinho. Vão por mim. 

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

De Roma













sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Fomos ao Indiano


Já foi no sábado, mas só hoje é que consegui pensar em pôr aqui a fotografia (não têm sido dias propriamente folgados...). Recomendo vivamente. Não é uma pechincha, mas dá para variar e conhecer um sítio bem giro cá na cidade. Chama-se Mint Leaf e fica na Praça da República. Quanto ao rapaz bem parecido que aparece na foto, escusam de se acotovelar que é meu e só meu e não o partilho com ninguém :)

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

*


É uma parte da varanda cá de casa. Mostra como dá cá um sol que me faz gastar a legítima em flores e mesmo assim estar sempre com as floreiras que é uma miséria (agora vou plantar amores perfeitos, mas só quando amainar o tempo), mas mostra também mais uma experiência do meu rapaz com uma máquina fotográfica na mão.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Portugal à gargalhada e o Soler nos meus ouvidos

Cumprindo a anual tradição de abalar os ossos à Capital para nos pormos a par das andanças de La Feria, este sábado, lá fomos. Assim se findava o tempo de ler o Laborinho Lúcio, mas em versão romance, e de acordar depois das oito. Por estes dias, com convicção mais forte dos outros que minha, mas cá vamos indo, já damos o litro de roda d' Aquilo, a ver se acabamos Aquilo antes que Aquilo acabe connosco. Dizia, lá fomos. Vão longe os tempos de My Fair Lady, Música no Coração, Piaf ou Uma noite na casa da Amália. O espectáculo agora em cena é uma revista. E uma revista em que, na economia global, ganham a dança sapateada e o Ricardo Soler. Deixei de poder com o Ricardo Soler. Cansou-me a beleza. Privou-nos tempo de mais das peripécias da Marina, do Raposo ou do Monchique. Cantou de tudo e mais alguma coisa e prolongou uma segunda parte em agonia até às oito da noite. Do camarote onde me encontrava, via parte dos bastidores e isso, pensando que não, também diminui a magia do teatro. La Feria continua a merecer que me abale anualmente ao Politeama. Mas tem de voltar a conquistar-me com piadas das boas e não daquelas que já ouvi mil vezes e estão no Sagrado Caderno das Piadas Secas. Seja como for, valeu pelo gelado da Santini, pelo jantar no Cais da Pedra e pela descoberta, arrebatadora, ao cabo de tantos anos, dos Painéis de São Vicente e das Tentações de Santo Antão, no Museu Nacional de Arte Antiga.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

sexta-feira, 13 de junho de 2014

O burro a olhar para a cenoura


Acabamos de marcar uns dias em Roma. Agora só preciso trabalhar muito para aproveitar decentemente. E esperar que chegue Dezembro.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013