sexta-feira, 11 de março de 2011

E, quando pensas que está tudo bem...

o Mundo mostra-te como és pequenino, como não mandas nada. Pior, como tudo pode, de um momento para o outro, virar-se, literalmente, do avesso. Há notícias que nos enchem de medo... e de pesar.

Verdades e assim assim

quinta-feira, 10 de março de 2011

Do que me derrete e faz feliz

Ontem não tomei o banho de espuma e o Almodóvar ficou na estante.

Hoje trabalhei e trabalhei e trabalhei. Depois, por volta das 20h, rodei a chave de casa, descalcei-me, pus o avental, liguei o forno, bati os ovos com o côco e com o açucar e pus a tarte no forno. Reguei os amores perfeitos da varanda, aqueci e comi um prato de sopa, pus uma máquina de roupa a lavar e acabo de desenformar a guloseima desta noite. Fui intimada e tenho medo que peçam a quem de direito para me condenar em multa. Sem qualquer esforço, pois, vou aqui mandar uns mails de trabalho, organizar a secretária para amanhã começar cedinho e calçar-me. Com jeito, não deixo o N. à espera muito tempo. Chegamos e ainda damos beijinhos e xis aos sobrinhos do coração. Por volta das dez sentamo-nos os quatro no sofá, cada um com a sua chávena de chá na mão, enrolamo-nos na manta da D., discutimos porque o G. ainda pede a leitura de umas alegações antes que o citius "feche" e gozamos a nossa sessão semanal de cinema em casa. É barato e dá milhões de felicidade.

Verdades e assim assim

Sabes que estás a vigiar exame ao primeiro ano quando, mais ou menos a meio, começa a corrida à segunda leva de folhas de ponto. Inocente, dás por ti a perguntar porquê. Tens vontade de rir, mas não podes, quando, em coro, confessam que pretendem passar as respostas a limpo!!!

Gosto tanto...

quarta-feira, 9 de março de 2011

Do que mete medo ao susto - XVII


Um quarto das maçãs é ar. Gás, vá.

Ou isso ou não percebi nada.
Palavra de biólogo, com a mania que sabe de física.

Verdades e assim assim

Parece que a minha frase de marca é... tcharaaaaam...

Desculpa, mas tenho mesmo de ir trabalhar!
(ar de cadela abandonada e voz de mimo)

Há quem se queixe, pelo menos!

Wishlist


O cão de Sócrates, Esfera dos Livros

Promessa... solene!

Se acabar isto antes das 20h, tomo um banho de espuma e vejo um filme do Almodóvar. Se não, tomo um duche rápido e vejo o que tenho de meter na pasta para amanhã.

Vale a pena pensar nisto...


Até porque, como se diz na minha terra, foram 3551 fora os ameaços.

A sério... é cada tiro, cada melro!

Gente, devagarinho, para ver se entendem.



Opções


Podemos lutar pelo que amamos. Podemos amar quem lutou por nós.
Podemos procurar o que queremos. Podemos querer o que encontramos.
Podemos gostar de quem gostamos. Podemos gostar de quem gosta de nós.
...

terça-feira, 8 de março de 2011

Unhas rosa pastilha elástica

Mai nada. Rendida. Pouco menos de quatro euros na minha Women Secret. Amei. Lindo. Happy pink, para as interessadas. Sequinho em pouco tempo. Com três camadas, um ar de pastilha elástica adorável. Pinkies... tão pinkies que elas estão.

Verdades e assim assim

Deixei de ver o Festival da Canção. Ainda bem. É como quando vou aos funerais mas prefiro guardar a imagem das pessoas em vida.

Continuo a tentar perceber o que passa pela cabeça desta gente!

Andar à rasca não legitima tudo. "Isto é pacífico" consegue ser a segunda melhor anedota do vídeo. É um tanto redutor associar a violência apenas a bastonadas e pontapés. Ainda assim, concedo, nada supera o "Viva a democracia neste país". Dando de barato que fossem maus a história, é da praxe pedir, até nas entrevistas de emprego, o mínimo de cultura geral. A democracia, lamento, não era bem para aqui chamada. Tal como não o era a liberdade de expressão. Quando não tiverem nada acertado para dizer, a sério, protestem em silêncio. Ficava-vos melhor. Se ponderasse aderir (o que já não acontecia), hoje tinham-me escarrado nas últimas dúvidas. Cenas tristes já me chegam as que me saem na sueca. Tenho um bocado de aversão a manadas. Sobretudo histéricas. Ora, andar à rasca deve deixar tempo livre para aprender a saber estar até na luta. É que... sinceramente, ser precário não dá direito a mandar tudo à merda. Principalmente a educação. Definitivamente, não, esta não há-de ser a minha geração.

Do meu carnaval

Vamos ali a este sítio almoçar e fazer um trilho pedestre. Vamos ali sem máscaras, sem folias, sem serpentinas, sem sambas, sem saltos, sem plumas. Vamos ali de sapatilhas, com o silêncio da natureza e da tradição interrompidos pelas nossas piadas e mais nada. Vamos ali respirar ar puro e descansar das multidões e já voltamos.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Verdades e assim assim

e uma vez

foram breves e medonhas as noites de amor
e regressar do âmago delas esfiapava-lhe o corpo
habitado ainda por flutuantes mãos

estava nu
sem água e sem luz que lhe mostrasse como era
ou como poderia construir a perfeição

os dias foram-se sumindo cor de chumbo
na procura incessante doutra amizade
que lhe prolongasse a vida

e uma vez acordou
caminhou lentamente por cima da idade
tão longe quanto pôde
onde era possível inventar outra infância
que não lhe ferisse o coração

Al Berto, “O Medo”

Gosto desta!


Lucca, Setembro de 2009.

Verde... cor de...

verde!

Pai (Ar de... "Sai espírito. Deixa a minha filhinha em paz. Volta princesa."): Tu tens as unhas verdes?!
Eu: Mais ou menos. Este verniz chama-se pérola negra, mas tem uns reflexos verdes.
Pai (Meeeuuu Deeeuuusss... ela não percebeu ainda como isto é grave...): Ah... Pérola negra?! Com reflexos verdes?! Tu vais assim trabalhar?!
Eu: Não gostas, pois não?!
Pai: Não é isso. Acho um bocado... um bocado... sei lá... um bocado moderno (Franzindo o sobrolho, como se moderno fosse insulto que não pudesse ouvir-se.)
Eu: Então... faz de conta que eu sou moderna!
Pai: Pois. Não. Não tem mal nenhum. Falei por falar.

Meia hora depois.

Pai: Oh A.... não vais agora andar sempre com as unhas verdes, pois não, filha?!


Como diria o mano... "É o rir!"

:)

Saudades


Temos saudades tantas tuas.

E percebo que a prioridade, mesmo, é uma tarde só para elas. Ser madrinha, assim inteira, é sentir o coração apertar-se com uma frase destas.

Amores perfeitos

Tenho seis floreiras suspensas na varanda... são doze amores perfeitos plantados de novo... oito são aromáticos... Amarelos, lilazes, rosa, brancos, pretos, vermelhos, mesclados, roxos, azuis... Sujei-me toda de terra. Cheira a primavera e recomeço na minha varanda.

domingo, 6 de março de 2011

Verdades e assim assim

A vida não é igual às novelas da Globo.

*

sábado, 5 de março de 2011

Revivalismo

Quem se lembra disto?!

Histórias com gente dentro

Uma reportagem sobre o dinheiro. Continuo a achar que alguns dão para estúpidos quando a conta fica demasiado recheada. Convenço-me todos os dias que sim, é possível ser rico de mais. Mas também me deixou mal disposta o senhor que se lembra dos cêntimos que pagou a mais no mês em que a mulher, distraídona de marca, deixou uma noite inteira uma torneira a pingar. A sério... a normalidade é uma coisa tão linda. Cada dia a aprecio mais. Nem sempre nem nunca, já dizia o outro. Se o dinheiro é importante?! É. Se é o mais importante?! Não. Ainda havia dúvidas?! Ah... e confirma-se. Não deixava de trabalhar. Aquela frase "Sou ocupadérrima. Vou ao cabeleireiro e às compras todos os dias e depois de almoço começa a azáfama a preparar a saída à noite, o banho, os cremes, o drama do que vestir, calçar..." ainda me mantém o queixo caído. Há com cada uma... que até parecem duas. A normalidade, a normalidade... ai a normalidade... que é uma coisa tão lindinha de se ver.

Receber em casa

Receber em casa é do melhor que há. Receber amigas em casa, em tardes de meio tom, então, não tem preço. Levantei-me e fiz uma tarte de requeijão. Trabalhei. Perto do almoço, pus a mesa e preparei o tabuleiro com a louça do chá do lanche. Toda a gente aprovou a sopa sem nem uma metade de batata. E o que veio a seguir. Rematámos com um café de cafeteira e uma fatia de tarte. Enroscámo-nos numa manta no sofá e vimos fotos, conversámos sobre tudo, rimos, descontraímos, estivemos nem aí para o tempo a passar. Até ao chá príncipe com húngaros. Receber em casa escancara as portas do coração. Gosto de casas com gente dentro, com cheiro de bolo no forno, com mesas postas, com mantas abertas.

Doutora Engenheira

Apetece-me dar-te música

sexta-feira, 4 de março de 2011

Verdades e assim assim

Correu...

assim assim.

Esteve a correr bem até eu decidir dar um ar da minha graça. Aquela coisa de não conseguir engolir sapos e lamber botas de uma assentada. Teimam que semelhante pispirretice só me trará amargos de boca. Sou, apesar disso, uma alma crente no futuro e que vê lá adiante, não sabe bem onde, mas adiante, a consagração do "Não!" como direito humano juridicamente reconhecido.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Meus amores


Vou ali a uma reunião em que se decidirá com que linhas me coso no próximo ano lectivo. Tudo a torcer. Pequena R. é querida e amiga e merecia alguma paz de espírito. Grata, sim?!

Dane-se

Vou voltar a um lugar em que já fui feliz. Tenho pena que não tenhas percebido o que estava para vir. Tenho pena. Não fiquei chateada contigo. Não. Acredita. Fiquei triste. E é disso que tenho mais pena. Que tenhas sido suficientemente especial para me deixar triste. Não vou dizer-te porquê hoje. Fica só a saber que vou voltar a um sítio onde já fui feliz. Precisamente àquele sítio onde, ingenuamente, acreditei que tinhas sido feliz comigo.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Gostava muito que lessem


E que pensassem bem nela.
É raro, mas às vezes o meu país consegue envergonhar-me.

Verdades e assim assim


Não há coincidências. Há coisas que acontecem na hora certa.

Ah...

E que vença o Benfica!

Cagada em três actos

Parece-me. Até Julho. Assim seja. Ou dou para tola ou... não e auto elejo-me minha heroína. É isso. Mais uma moeda, mais uma volta.

Antes assim...


Já fui à émoi. Não me rendi. Assim ao vivo e a cores, esmoreci. Antes assim. Se bem que na volta, numa esquina da Castilho, me rendi um bocado às malas dos laços. Por Deus, não volto a Lisboa tão depressa. A minha economia doméstica agradece.

P.S. Depois de uma caminhada de mais de uma hora à procura da nova loja, o G., pareceu-me, ponderou espancar-me com força quando, aliviada, lhe comuniquei que podíamos ir andando, não levava nada, já tinha era um pedacito de fome, onde lhe estava a apetecer jantar. Mas enfim... faz parte da profunda descrição do amigo "Tens muitas coisas de gaja, mas no fundo és muito fixe e gosto tanto de ti!" :)

Quem vos avisa, vossa amiga é!

Os vernizes da L'Oréal não secam em condições. É oficial. Já pintei as unhas numa manhã, passei o dia que parecia que sim senhora olha que lindas estão, dormi sossegada e acordei no dia seguinte com o decalque das dobrinhas da almofada em cada uma das benditas unhas. Tudo ao ar. Sim, durmo de bruços, com as mãos debaixo da almofada. Não batam mais. Sei que faz mal às costas. Quando me lembro, viro-me de lado. Raramente me lembro. As costas são minhas. Adeus. Não pintem as unhas com os vernizes da L'Oréal. Tenho pena. Têm um tom de coral tão lindo. Mas, paciência.

Gosto de


A menina gosta... a menina gosta muito. Então o soalho e as portas... bem... isso a menina ama. Tanto... A menina quer...

Acho que é por isto que nunca gosto dos andares modelo. Tudo muito plastificado, tudo muito dourado/prateado/brilhante, tudo muito lambido, tudo muito formatado. E com edredons. E eu não gosto de edredons. Só gosto de colchas. De linho, de lã, de patchwork, eu sei lá... mas que deixam as camas lisinhas, sem ondas.

Nem sempre, nem nunca


É que ópois, às vezes, muito, muito, muito raramente, mas acontece, há os especiais e importantes. São os... bolas... são as nossas pessoas. Gosto um pedacito de já ter encontrado dessa gente. Embora tenha dado um bocado de trabalho a perceber que não seriam só especiais... que, essa é que é essa, nunca deixariam de ser importantes. Há poucos especiais... mas há menos, muito menos importantes.

Verdades e assim assim

Já dizia a minha bisa

"Quem quer, arranja maneira. Quem não quer, arranja desculpa."

Na mesma linha, o famoso ditado

"Se queres que um trabalho seja feito, entrega-o a uma pessoa ocupada."

terça-feira, 1 de março de 2011

Acho que nunca vos disse

que continuo a chorar com as histórias da Disney!

Apetecia-me muito

fazer um bolo. Mas não tenho cá ingredientes e o barulho já parou. Chega de desculpas. Acendi uma vela com aroma de frangipani, tomei um banho quentinho, vesti uma roupa de andar por casa e... vou voltar ao artigo.

Olhem só para isto...

Ora nem mais...


O meu vizinho decidiu fazer obras em casa... Eu vou desistir do trabalho intelectual que se acumula na secretária e dedicar-me a uma barrela geral a este meu lar pelo menos até às cinco, que, pelos vistos, é a hora a que se piram. Depois... bem... depois há toda uma directa que se pode fazer!

Pois...

Verdades e assim assim

Há dias em que me apetece perguntar porquê? Não o faço porque... não sei a quem... e... duvido que adiantasse de alguma coisa.

Gosto, pronto, gosto...