quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Gosto desta!

Pico. Ao fundo, São Jorge.
Março de 2010

Deviam ver

o pôr do sol que se vê aqui da janela. Apetece caminhar até lá. Fica a intenção. E a chamada real de 120 provas até sábado de manhã.

Se

escrevesse tudo o que me apetecesse;
dissesse tanto quanto sentisse;
dormisse até às horas que precisasse;
trabalhasse só aquilo que pudesse;
telefonasse sempre que me lembrasse;
te tocasse as vezes todas que te sonhasse...

isto seria tudo um bocado diferente!

Mana no facebook

O convite mais recente é do mano. Isto depois de ter passado o fim de semana a mostrar-me as amigas para decidir com qual entra no Baile de Finalistas. A disputa está, neste momento, entre duas. A giraça que ele diz que vai de decote no Inverno só para o provocar e a patinho feio que é a melhor amiga e que, cá para mim, está apaixonada por ele... mas a quem ele vê como mais uma boacompanheira. Votei na amiga.

Acho piada ao facto de o mano discutir estas coisas comigo. E, sem pudores, desbocar todos os prós e contras. Não quer entrar comprometido na faculdade. Acho bem. Há tanto mundo para ver... O mano no outro dia disse que não gostava de me ver chorar e que não quer nunca que eu me preocupe. O mano é a minha pessoa preferida. Mesmo quando lhe dá para andar com barba e cabelo sem ver tosquia meses a fio. O mano é o mano. Veio tarde, já nem estava muito para aí virada, mas o mano foi o melhor que me aconteceu. É meu. O mano convida-me para o facebook volta meia volta. E eu, mesmo não aceitando, acho graça. Porque sim. E porque me lembro que, quando criou o perfil, escolhemos juntos as fotos que se podiam pôr. Porque o mano, pelo menos para mim, será sempre um puto.

*

Cozinhei

E isso é um acontecimento.

Massa. Espargos. Mozzarela. Cogumelos. Toda a raça de especiarias e ervas que para aí andava. Forno. Foi bem.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Mini autobiografia


Afinal, melhor que o teste da sms, há outro - o da rota dos adeus. Deixou de me apetecer desviar os atalhos dos beijos das despedidas. Não te substituí. Não foi isso. Fechou-se a ferida. Era mesmo grande, mas fechou-se. Por isso é que não entendo bem a marquinha pequenina daquele corte com papel continuar a doer de quando em vez...

Descobri uma grande verdade

Escrevo muito melhor quando ando muito feliz ou quando estou mergulhada numa enorme tristeza. Dias mais ou menos só dão posts assim-assim. Posts assim-assim não interessam para nada.

Verdades e assim assim

É foleiro andar de saltos sem conseguir manter o equilíbrio.

Desculpem, sim?!

Ainda não consegui alterar o tamanho da imagem porque tenho estado a organizar as centenas de sugestões que me fizeram. Não era preciso, a sério...

Acho tão mau

haver quem, enquanto faz as compras para o mês, lancha no supermercado. Faz-me perguntar se antes de irem para o emprego passam na perfumaria e se besuntam com os tester.

Há coisas que nunca mudam

Quando digo "Acabou o tempo. Peço que entreguem as provas.", eles imploram sempre "Só mais cinco minutos...".

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Alguém amiguinho que me explique

como é que eu hei-de fazer para que a imagem de cabeçalho apareça maior. É que as fotos são muito maiores que isto que aparece... e ficavam mais lindinhas se fossem mostradas em todo o seu... esplendor...

2 anos


Ao um andarás... aos dois falarás!
Prodigioso, a "deitar cá para fora" desde 11 de Janeiro de 2009!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Verdades e assim assim

Vou ter saudades destes alunos. Separar-me, ano após ano, daqueles alunos que fui conhecendo, a quem fui desamparando alguns medos, com quem partilhei humores melhores e piores, custa-me sempre um bocadinho. Este ano não será diferente. Nunca é. Há sempre aqueles que mal conheço, mas são sempre bem mais os que me entram no coração. Deve ser isto... o amor à arte. Sem arte. Só amor.

domingo, 9 de janeiro de 2011

A minha pessoa


sabe o que quer. E quer o que sei, no momento em que sei que quero que saiba que quer. Assim. A meio caminho entre a pressa e a certeza.

Confesso #1

Daquela vez em que tive 4 a Trabalhos Manuais... bem... eu não merecia o 4. Foi o Serrano que fez a caixa de madeira e a jarra de barro. Eu tinha medo de trabalhar com aquele aparelho que polia a madeira. Uma vez ainda tentei mas aquilo não me correu bem. E, com o barro, só conseguia fazer cinzeiros.

Eu cá não dava tempo de antena

a quem deixa de ir à escola porque... se cansa. Assim como não dava tempo de antena a quem não trabalha porque... não procura; a quem não tem casa porque... dorme até ao meio dia; a quem está internado porque... a cirrose avançou mais do que era suposto. Ando sem paciência para desgraçadinhos da treta. Sem paciência nenhuma.

Verdades e assim assim

Tudo colabora a enfeitar a casa para receber o Natal. Para pôr tudo novamente em caixinhas... bem... para isso "é melhor ser a R. que tem mais jeito". É com cada argumento que eles inventam...

Pelo Janeiro dentro

e eu continuo a receber presentes de Natal e aniversário....

Gosto pouco de me render às evidências!

Sempre nos amores. Cada vez mais na vida em geral. Só por isso, não, não aponto dedos a ninguém pela morte do Carlos Castro. Gosto pouco de me render às evidências. Dão-me sempre ares de pouca clareza... as evidências. Coisas da língua, evidentemente.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Fico sempre na dúvida

Continuo sem saber se gosto mais dos amanheceres ou dos fins de tarde. Hoje, acho que é mesmo dos fins de tarde. Assim, como este, a cheirar a frio e a inverno.

Verdades e assim assim

Não sei se já comentei aqui. Mas é importante. Mais vale repetir. Muita gente tem o dom de me deixar à beira de um ataque de nervos, mas são muito poucos aqueles que considero suficientemente importantes para me falharem e com isso me deixarem muito triste. Há diferenças. Um mundo delas.

Penalmente falando

A conduta de amputação de um dedo de outrem deve, afinal, ser punida da mesma forma quer se trate do pianista quer estejamos a falar da housewife.
Vivi anos iludida.
É que ninguém pode dizer que precisa de mais dedos que as outras pessoas. Bolas, toda a gente tem de ter a possibilidade de fazer isto.


E de, logo a seguir, confirmar tudo assim.

Das palavrinhas

Ao fim do, para aí, sétimo mail de dúvidas, ele começa com:

"Professora,
tenho aqui mais umas dúvidas sucessórias.
..."

Ela responde:

"Caro ele,
parece-me que anda é com dúvidas sucessivas!
..."

Concerto de Ano Novo

Fomos ontem.
Durou duas horas.
A Igreja estava cheia.
A OCC foi fabulosa.
O meu avô não dormiu.
A minha avó achou que "a moça do tótó tocou que foi uma categoria".

Para que conste

O dia de ontem já passou. Agora é acreditar. Muito. E vencer. Antes disso, vou só tomar um alprazolam inteiro e ver se, ao fim de não sei quantas, durmo uma noite.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Quando

os amores se aconchegam em amizades sem limites, o "estou tão feliz por ti" significa apenas que estou mesmo feliz por ele. Só. E isso é muito. É quase tudo. Porque sei que está feliz. E gosto de ver bem os meus amigos. Sobretudo os incondicionais, como ele. Que precisou de me falar no dia da má notícia e não se esqueceu de me avisar no dia da mesmo boa. Às vezes acredito que certos amores cedem para dar lugar a coisas ainda mais eternas. Mas é só às vezes.

Da memória

Num dia que não lembro de Maio de 2003 o meu carro quase pegou fogo na Ladeira do Seminário. Estava tanto calor que parecia que Coimbra era um gigantesco forno humano. Estive, durante horas, com a X., na fila para os bilhetes do Jantar e Baile de Gala, enfiadas com mais que as mães no segundo andar da Associação. Sentadas no chão há um bom tempo, percebemos que não tínhamos a mesa completa. Nem eles. Eram quatro. Dois eles e duas elas. Finalistas de medicina. Mas teste superado. Não tinham a tão falada p#$& da mania e quase parecia que tinham faltado às aulas de Peneirice I e II e ainda de Anatomia Peneirenta III. Não eram pares. Eram um grupo de amigos. Como nós. Menos mal. Sons repenicados e lambuzanços não apeteciam por aí além. Ficou combinado. Foi das melhores noites. Diverti-me tanto, tanto, tanto. Acabei a dançar descalça com um deles, o R. Era o mais giro. Saiu-me a sorte grande, diga-se. Tenho fotos de fazer inveja dessa noite. Ficámos com os contactos. Cruzámo-nos nas noites seguintes. Foram dar-nos um beijinho no dia do Cortejo e fizeram reportagem fotográfica ao nosso carro da queima. Anos mais tarde, cruzei-me com o outro ele do grupo nos HUC. Não me lembro bem, mas pode bem ter sido numa das muitas vezes em que torci um pé e convoquei meia ala da ortopedia para se comover com quem "Não quer muletas, não, não. Não sei andar nisso, não sei. Porto-me bem, a sério que sim. Nem ando. Vá lá. Vááááááááááá lááááááááááá." Tenho-me lembrado deles. Não sei porquê. Mas tenho. E de como era muito bem pensado marcarmos um Baile de Gala um ano destes para repetirmos as graçolas. Com Nuno Guerreiro e tudo.

Minha música essencial #19

Poemas são...

Vieste como um barco carregado de vento, abrindo

feridas de espuma pelas ondas. Chegaste tão depressa

que nem pude aguardar-te ou prevenir-me; e só ficaste

o tempo de iludires a arquitectura fria do estaleiro

onde hoje me sentei a perguntar como foi que partiste,

se partiste,

que dentro de mim se acanham as certezas e

tu vais sempre ardendo, embora como um lume

de cera, lento e brando, que já não derrama calor.

Tenho os olhos azuis de tanto os ter lançado ao mar

o dia inteiro, como os pescadores fazem com as redes;

e não existe no mundo cegueira pior do que a minha:

o frio do horizonte começou ainda agora a oscilar,

exausto de me ver entre as mulheres que se passeiam

no cais como se transportassem no corpo o vaivém

dos barcos. Dizem-me os seus passos

que vale a pena esperar, porque as ondas acabam

sempre por quebrar-se junto das margens. Mas eu sei

que o meu mar está cercado de litorais, que é tarde

para quase tudo. Por isso, vou para casa

e aguardo os sonhos, pontuais como a noite.



Maria do Rosário Pedreira

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Tão verdade como eu estar aqui!


Fui convidada (e aceitei) para dar uma aula no curso de preparação para aquela profissão que muitos apostam que um dia ainda será a minha. Estou um bocado orgulhosa de mim. Hoje, não trocava isto por quase nada. Quase. Trocava isto por um abraço de quem viesse para ficar. Só. É muito verdade que detesto cada dia mais o condicional dos verbos. Perco, todos os dias, raça emocional para suportar ses. Isso e gente que desiste.

I like it!

As trocas de mails que começam com o inenarrável "Prezada Senhora Dra.", evoluem para o "Aceite um abraço amigo do...", evoluem mais um bocadinho para o "Bom dia, R." e acabam em mails que se bastam com um "Então estamos combinados! Até!".

P.S. Não... não é aluno. E não. Não. É só trabalho.

Verdades e assim assim

Acho tanta piada, tanta piada, mas tanta piada ao Robene. Escreve os maiores disparates e os posts mais brilhantes com a mesma pontaria. Certeira. Acho mesmo piada, pronto.

Earl Hines

Aconteceu-me a mim!

Não vesti umas cuecas azuis na passagem de ano. Nem vermelhas. Vesti cuecas. Mas eram brancas e já nem eram novas. Não subi para uma cadeira. Não passei a meia noite com uma nota na mão. Não me lembro se a primeira pessoa que cumprimentei foi um homem. Não fui à praia saltar sete ondas. A bem dizer, comi doze passas, mas a partir da quinta penso que comecei a repetir desejos. Depois lembrei-me de um importante e já só me faltava uma passa. O que não é justo, porque era mesmo importante e já só o pedi uma vez. Portanto, como se diz na minha terra, "vamos a ver".

Porque sim


Deduzo que os homens também o façam. Fazem, de certeza. Sentem, até, quem sabe?! Mas o impacto é menor. Em dez minutos, bebemos o restinho do chá, despimos o pijama, tomamos um duche, com uma mola amarela no cabelo, lavamos os dentes, a cara, secamo-nos, vestimo-nos, pomos creme na cara, base e pó compacto. Damos "duas de mão" com o blush enquanto nos calçamos, vamos ao espelho e pomos uma sombra clarinha nos olhos para não ter de se estar com pormenores. Pomos o relógio e umas pérolas pequeninas nas orelhas. Embrulhamos um cachecol à volta do pescoço, escolhemos um casaco que combine os tons da roupa e da carteira e dos sapatos. Tiramos a mola do cabelo. Abanamos furiosamente a cabeça, tentadas pelo absurdo de deixarmos de parecer despenteadas e passarmos a dar ares de "apenas selvagem". Vestimos o casaco, pomos a carteira ao ombro, pegamos na pasta, rodamos a chave e fechamos a porta. Descemos as escadas do prédio, atravessamos fora da passadeira, abrimos e entramos no carro. Ligamo-lo e ao ar condicionado, saltamos uma música do cd que tocava de véspera e arrancamos. No primeiro stop, tiramos o batom de cieiro e damos um ar mais saudável aos lábios. Quando chegamos, sorrimos. Assim... porque treinamos. Treinamos muito. Sorrindo sozinhas, alienadas, de nada. Sorrindo até do que daria vontade de tudo, menos de sorrir. É assim. Porque sim. Não somos loucas na cama e ladies na mesa. Somos espírito de metamorfose. Os homens também. Mas as mulheres é que dão mais ares de ser assim. Só porque sim. E porque às vezes é por trás da pele mais brilhante e do sorriso mais iluminado que se esconde a alma mais magoada. Mas é assim. Porque sim. E, se fosse diferente, não seria eu. Contam-se pelos dedos de uma mão e sobram os que já aprenderam a ler para lá do que é assim. Só poucos, esses, e mais nenhuns. Não sei exactamente porquê. Deduzo que seja porque... sim. E porque há dias em que treino menos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Eu, lamechas me confesso!


Chorei baba e ranho a ver o filme da Letizia e do Felipe de Espanha. Naquela parte em que o homem lhe liga quando ela está para entrar no ar, então, desfiz-me em lágrimas.

Dias assim

Dias em que o céu, de tão frio, faz quentinho na alma (como os boxers, que de tão feios são dos cães que acho mais giros de todo o mundo (ali taco a taco com os labradores, os são bernardos e os dálmatas)); dias em que trabalho benzinho, obrigada, mas em pijama o dia todo; dias em que às cinco da tarde já vou no terceiro bule de chá; dias em que os únicos sons são os da música baixinho e o do computador ligado; dias em que vou acabando tarefas; dias em que invento; dias em que ainda por aqui passo; dias em que de hora a hora posso esticar as pernas, indo à varanda ou assim (reguei as plantas, mudei a terra a uma, dobrei meias, pus mais roupa a lavar, dobrei a seca, acendi uma vela de cheiro no quarto, pus creme nos pés, nas mãos e nos cotovelos, dobrei a arrumei duas camisolas de lã que não se passam a ferro); dias em que poupo a voz, muito agradecida; dias em que a vida anda, não corre... são dias normais... e há dias em que tudo o que mais precisamos é da normalidade dos dias... que só andam. São dias assim.

Verdades e assim assim

Estou cansadinha de matar gente e ainda me falta inventar pelo menos mais uns cinco casos de sucessões.
As perguntas de desenvolvimento também estão uma coisa esperta... não haja dúvidas.
UUUAAAHHH (Sorriso maléfico)

P.S. Vão bem preparadinhos, não tenham pena. Se tiverem estudado um tudo-nada entre os sonhos e as fatias douradas, safam-se na boínha.

Adoooro!

Foi há um ano


que eu entrei nesta casa para ficar.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Verdades e assim assim


Gosto de laços. Destes e dos outros.

Um projecto por dia, nem sabem o bem que nos fazia!

1) Combinei com a tia mais nova ir a um concerto do Tony Carreira.
Não queremos morrer estúpidas.
Ahhh... e vamos estudar as letras com antecedência...

2) Também combinámos uma visita à segunda tia mais nova por ano. A deste, depois de Junho. Com esticadinha a Amesterdão.

Pink Floyd essencial

Guardo o silêncio

Guardava alguns silêncios e também as coisas
que não dissera por acaso. Guardava agora também
esses acasos, brancos recados entre as palavras
que lhe sobravam nas gavetas. E ainda assim guardaria
para sempre essas palavras, ou a imagem de lábios a
dizê-las ― um rosto ainda sem ser triste lembrando o Verão.

Teria aguardado esse Verão, o cheiro quente dos morangos
à beira os dedos. E tê-lo-ia sobretudo guardado,
como guardava agora, sem nunca o ter ouvido, o som
das espigas, na planície, à passagem do vento.

Mas agora só podia aguardar a passagem do tempo
sem palavras; ou um vento de feição, um acaso
que tudo justificasse. E no silêncio em que se ia guardando
buscava apenas um lugar mais sereno para as memórias.


Maria do Rosário Pedreira

*****

sábado, 1 de janeiro de 2011

Há-de haver uma explicação... e eu hei-de descobri-la!

Eles: Então e tu? Já acabaste? És de quê?
Eu: Tal e tal. E sim, já acabei. Já sou crescida!
Eles: 23? 24?
Eu: 29 desde há uma semana.
Eles: Aaahhh. Não parece :)
Eu: Obrigada... mas deve ser das luzes :)
Eles: Olha, e exerces?
Eu: Não. Tal e tal e tento fazer um doutoramento em tréu téu téu pardais ao ninho. E vocês?
Eles: Somos biólogos. Marinhos.
Eu: Aaahhh... tá! Vou só ali. Com licencinha.

Coisas boas deste ano novo

Hoje falei com a minha Federica. E chorei feita madalena. Coisa mais melhor boa :)

Verdades e assim assim

A minha avó stressa a jogar à sueca. Muito. Chamou-me malina e apostou que eu tinha feito uma arrenúncia. Perdeu. Combinámos uma ida a um concerto de música clássica, uma novena e um jantar de paelha. Concluímos que temos uma vida pouco monótona. Começámos bem, pelo menos.