quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Deviam ver
Se
Mana no facebook
Cozinhei
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Mini autobiografia

Descobri uma grande verdade
Desculpem, sim?!
Acho tão mau
Há coisas que nunca mudam
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Alguém amiguinho que me explique
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Verdades e assim assim
domingo, 9 de janeiro de 2011
A minha pessoa
Confesso #1
Eu cá não dava tempo de antena
Verdades e assim assim
Gosto pouco de me render às evidências!
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Fico sempre na dúvida
Verdades e assim assim
Penalmente falando
Das palavrinhas
Concerto de Ano Novo
Para que conste
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Quando
Da memória
Poemas são...
Vieste como um barco carregado de vento, abrindo
feridas de espuma pelas ondas. Chegaste tão depressa
que nem pude aguardar-te ou prevenir-me; e só ficaste
o tempo de iludires a arquitectura fria do estaleiro
onde hoje me sentei a perguntar como foi que partiste,
se partiste,
que dentro de mim se acanham as certezas e
tu vais sempre ardendo, embora como um lume
de cera, lento e brando, que já não derrama calor.
Tenho os olhos azuis de tanto os ter lançado ao mar
o dia inteiro, como os pescadores fazem com as redes;
e não existe no mundo cegueira pior do que a minha:
o frio do horizonte começou ainda agora a oscilar,
exausto de me ver entre as mulheres que se passeiam
no cais como se transportassem no corpo o vaivém
dos barcos. Dizem-me os seus passos
que vale a pena esperar, porque as ondas acabam
sempre por quebrar-se junto das margens. Mas eu sei
que o meu mar está cercado de litorais, que é tarde
para quase tudo. Por isso, vou para casa
e aguardo os sonhos, pontuais como a noite.
Maria do Rosário Pedreira
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Tão verdade como eu estar aqui!

I like it!
Verdades e assim assim
Aconteceu-me a mim!
Porque sim

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Eu, lamechas me confesso!
Dias assim
Verdades e assim assim
domingo, 2 de janeiro de 2011
Um projecto por dia, nem sabem o bem que nos fazia!
Guardo o silêncio
que não dissera por acaso. Guardava agora também
esses acasos, brancos recados entre as palavras
que lhe sobravam nas gavetas. E ainda assim guardaria
para sempre essas palavras, ou a imagem de lábios a
dizê-las ― um rosto ainda sem ser triste lembrando o Verão.
Teria aguardado esse Verão, o cheiro quente dos morangos
à beira os dedos. E tê-lo-ia sobretudo guardado,
como guardava agora, sem nunca o ter ouvido, o som
das espigas, na planície, à passagem do vento.
Mas agora só podia aguardar a passagem do tempo
sem palavras; ou um vento de feição, um acaso
que tudo justificasse. E no silêncio em que se ia guardando
buscava apenas um lugar mais sereno para as memórias.







