quarta-feira, 11 de maio de 2011

Tenho muitas dúvidas. Muitas.

Do que me dá vontade de desatar a berrar



Há notícias que... sinceramente... sem comentários!
Bora tudo incentivar o analfabetismo em nome da suprema felicidade.

E pronto


Haja alguém com juízo neste mundo de Cristo.
Os Homens da Luta vão voltar para casa mais cedo.

Pequena R. pede ajuda ao leitor

Se alguém te diz "Sinto o coração tão apertado" e tu sentes um desconforto dentro do peito, como se houvesse uma mão gigante lá dentro a remexer-te na alma, isso significa...

Eu sou a que,

depois de tomar banho, de me besuntar com creme hidratante e de vestir um pijama confortável, põe uma mola no cabelo até aí preso na toalha. Sou a que, no fim disto tudo, às vezes, enquanto procede ao ritual de passar o chuveiro com muita pressão na banheira para deixar tudo limpinho, se esquece da direcção em que deixou o chuveiro, abre a torneira e fica a pingar da cabeça aos pés e com o tapete pronto a torcer. Sou essa. Há dias em que me dispo a rir e visto outra coisa a rir. Há dias em que me dispo a dizer asneiras e me visto com má cara. É. É assim. Ontem, ri-me!

Dos signos e do pensamento

Fazconta que a pessoa, de tão baralhada, até dá crédito ao signo. Qualquer sugestão é bem vinda. O dito manda pensar. E pensar outra vez. E voltar a pensar. A pessoa, vai, e pensa. Mas mesmo. Põe-se a pensar, pronto. A coisa complica-se. Está a trabalhar e vem-lhe o pensamento. Não pode ser. Radical, a pessoa tira um bocado só para pensar. Senta-se e pensa. Nada. Calça umas sapatilhas, põe uma música nos óvidos e anda depressa, depressa, com a brisa da noite na cara, a ver se pensa. Nada. Chega. Toma banho a ver se, pensando mais um bocadito, entende, vê a luz. Mas não. Então desacredita-se no signo e mal diz o pensamento. Percebe, no meio da fúria, como é ingénua. A pessoa, vejam lá vocês bem isto, quer ter respostas a pensar para as perguntas que a invadem a sentir. Tótó, pá!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Contem-me o que encerra uma frase assim #4

Não estás perdida, queres fugir.
Não vais fugir, estás perdida.
Radicalmente perdida.
Por isso não penses para Copérnico, Galileu ou Einstein - todos errados:
tudo gira nas voltas do teu coração,
beija o teu pai, a tua mãe e o teu irmão,
o Amor não,
esse há-de vir aos teus pés
onde se guarda uma parte da tua kikissimissima femininameninalidade
e a energia capaz de impulsionar a matéria para a frente:
É aí.

Gosto do Bairro

porque estou a chegar de uma hora a pé por lá e vi sofás nas varandas com casais a admirar a noite, mesas postas à beira de janelas abertas, com famílias inteiras à volta, miúdos a passear os cães, trajes académicos a arejar nas cordas dos quintais, jardins com flores de toda a raça e cafés com muitas gerações a jogar uma cartada. Gosto do Bairro porque deve haver poucos outros sítios na cidade onde seja tão normal encontrar fogareiros com brasido e um cheiro a sardinha assada já em Maio que não me faz gostar do Verão, mas, pronto, está bem, destas noites amenas, um bocadinho.

Gosto tanto...

Verdades e assim assim

Toda a menina crescida, por mais princesa que seja, tem horas de pensamentos libidinosos.

...

Sentir

Dizem que finjo ou minto 
Tudo que escrevo. Não. 
Eu simplesmente sinto 
Com a imaginação. 
Não uso o coração.  
Tudo o que sonho ou passo, 
O que me falha ou finda, 
É como que um terraço 
Sobre outra coisa ainda. 
Essa coisa é que é linda.  
Por isso escrevo em meio  
Do que não está de pé, 
Livre do meu enleio, 
Sério do que não é. 
Sentir? Sinta quem lê!
                Fernando Pessoa

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Verdades e assim assim

Há precisamente um ano que não viajo, que não me sento num avião para sair daqui uns dias. Deve ser isso que me anda a fazer tão mal. É preciso tratar do assunto com urgência. FMI... a menina precisa. A menina até voltava com mais vontade. Como dizia alguém, no sábado, "Chega a esta altura e a pessoa começa a trabalhar com a vontade com que o faz nos dois últimos dias antes de ir de férias. Só que... daqui a dois dias... não vamos de férias." Bolas!

De Espanha... bons, mesmo bons...

Por ordem de preferência:

- Carne trémula
- Volver
- Hable con ella
- Todo sobre mi madre
- Los abrazos rotos
- Kika
- Laberinto de pasiones
- La mala educación
- Matador
- Qué he hecho yo para merecer esto?
- La ley del deseo
- Mujeres al borde de un ataque de nervios
- Pepi, Luci, Bom y otras chicas del montón
- Entre tinieblas

Andamos nisto há meses...
Pedro Almodóvar. Para ir actualizando com os que faltam:

Salomé
Ata-me!
Saltos Altos
A flor do meu segredo
...

Rosas de Santa Teresinha

Adoro. E, esta semana, são elas que moram no vaso da sala de cá de casa.

Love it

Secretariado

Foi uma noitada até às 3 da matina, mas já está. Faltei ao Quim com pena, mas ser adulta também deve ser isto: uma noite de farra... todo um dia de sentimento de culpa por tanta coisa para fazer. Não. Não havia cabeça para o relatório, nem para avançar a leitura da tese da outra R.. Por isso, escrevi convocatórias e cartas, num total de 472 folhas impressas, dobradas em três e postas em envelopes, organizados por códigos postais. Done. Agora vou voltar ao trabalho. Chega de me sentir f$%&#? e mal paga. Ao menos, para o resto, ainda estudei. A dobrar cartas é que sou, desde há 6 anos, uma self made woman.

domingo, 8 de maio de 2011

*

Susto

A ameaça era de brincar. A do proprietário e a do meu amigo. Pela primeira vez, deixámos os restaurantes da Baixa e, armados em capitalistas, fomos a um sítio bem bom. A conta, um número redondo e com 3 dígitos gordos, rendeu piadas durante toda a noite. Quanto mais esquisitos nos tornávamos, mais a meretíssima se assustava. Desde que soubemos que domingo vai de avião ao baptizado que todos temos no norte, não mais parámos de lhe chagar a cabeça para que pagasse tudo. Mas então soubemos que a viagem fica em 17 euros e o Primeiro lhe descontou uma pipa de massa. E quase fizemos vaquinha para pagar a janta da moça. O MP chegou atrasado e, sentado ao lado da menina dos voos charter Faro - Porto, levou com olhares de soslaio dos mandatários presentes. Depois sobrava a jurista da recuperação dos créditos e a vendida ao Banco da moda. Nas palavras de uma PJ, é ela que inventa aquelas letras pequeninas dos contratos que danam a vida às pessoas, a ordinarona. Finalmente, um de cada lado do presidente da mesa, o homem que apostamos que desce os corrimões das escadas que dão aos gabinetes do poder central, lá para os lados de onde se compram submarinos, e a cabra que decidiu fazer-se amiguinha do peito de meia dúzia de alegados filhos da p#$% dos que acrescentaram cabelos brancos a todos em provas orais infindáveis, moi même em pessoa. O menino dos corredores do poder, homem de austeridade (nada) evidente e muito (pouco) dado à calmaria, propôs acabar a noite num bar de música calminha, a beber coisas de gente grande. Mas as vozes da maioria ergueram-se quase tão alto como quando saímos da aula do outro por não haver lugar na sala para toda a gente e, sem saber o que gritar, começámos a elevar a voz com a palavra corrupção. Não tinha nada a ver, mas na hora foi o melhor que se arranjou. Já lá vão 9 anos. Seguimos então para a Portagem, onde ficámos até às tantas. Os que beberam, em forma. Mas nós, os outros, derreados. Estamos cotas, é o que é. Ainda que nem isso tenha evitado o Nãããooo que se gritou ao ouvido do A. quando voltou com a história da música calma. Domingo há mais.

sábado, 7 de maio de 2011

Jantaradas

Vou ali jantar com um grupo de eminentes juristas, ligados às mais diversas áreas do foro. Devo no entanto informar que desde o meio da tarde que já se trocam todos ao telefone e acabam de me ligar à guerra para eu decidir ao lado de quem quero ficar sentada. Não. Não é por me adorarem. Nem por me detestarem. É porque estou dez minutos atrasada e o dono do restaurante ameaça tirar uma cadeira. Ousei brincar e falar das providências cautelares. Enquanto dois discutiam o articulado, ouço outro gritar que a minha cadeira ninguém tira, nem que ele tenha que lá escarrar em sinal de marcação de território. Já não estão nada bem, senhores. Nada bem. A noite promete.

Clic off


Só porque ao ler a Luna me lembrei que deve ser um dos piores. Vale a pena repeti-lo.

Hããããã...

Eu paniquei. Ele panicou. Nós panicámos. Eles gravaram na mesma e ainda disseram que se percebeu tudo. Se fosse a acreditar neles, estava agora a atirar-me ao Mondego. Afinal... parece que aquilo é para fazer como se fosse dar-se uma aula. Hã... hã. É que tem tudo a ver. Tal e qual como uns Louboutin e lagares de azeite.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Mai nada!!!

Facebook

Se houve algum dia alguma coisa que me fez ponderar ter disso foi descobrir hoje que a minha Federica por lá anda...
Ai... vou pensar.

Tãããooo foooffiiis...

Quem não sabe, fica a saber: sou apaixonada por esta família de ogres!

Gosto de

pegar numa caneca um bocadinho larga, mas baixinha (a minha preferida para este efeito é azul turquesa às bolinhas), deitar lá dentro duas colheres de chá de café solúvel e uma de açúcar, juntar um fio pequenino de água a ferver, mexer muito, muito, mesmo muito, até ficar cor de mel e fazer bolhinhas, adicionar água a gosto e beber devagarinho o café que melhor me sabe... a aldeia, a meninice, a família, a cantigas de embalar, a lanches de amigos crescidos (e lá vem ela com as metáforas, diria agora o N.), a memória. É m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o. Com bolachas Maria a molhar, então...

Verdades e assim assim

O pânico, again

Amanhã, pequena R. gravará um pequeno vídeo onde, com alguns colegas, se tentará explicar um novo instituto jurídico. Há de tudo, como na farmácia. Os entusiasmados, os nem aí e os a panicar. Pertenço ao grupo que panica. G., amigo dedicado e companheiro informado da panicação, ameaça faltar... porque panica também ele. Ambos os dois já passámos pela triste constatação que não somos lá essas coisas na TV. Mas como foi em situações diferentes, sempre o outro dedicou ao infeliz um ombro amigo, palmadinhas nas costas e mentiras ao melhor estilo "não correu assim tão mal". Neste momento, temos agendada para as 17h a "reunião de alinhamento da coisa". Já comecei a tossir e a tentar falar pelo nariz. Ele ameaça uma conjuntivite que não admite luz dos holofotes. Vai ser lindo, vai. Ou não. Amanhã logo conto.

O que isto promete, aqui.

Das decisões...

Hoje é o aniversário de uma das pessoas mais importantes do meu tempo de estudante. Um ele com quem atravessei a Sereia a meio da noite, sem medo (ou terá sido sem consciência do perigo?! Diz-me tu, X., que também alinhaste?!), com quem fui a muitos cinemas, a muitos teatros, a muitas queimas e a muitas latadas. Que aturou todas as indirectas e directas e insinuações e outras coisas de todos os nossos amigos. Mesmo quando não nos passava pela cabeça nadinha... Um ele com quem tenho das melhores fotografias, assim, a fazer lembrar os melhores momentos. Um ele com quem falei todos os dias, de quem morri de saudades em Itália. Um ele que nunca me faltou. Que me deu flores. Que me explicava o que eu não entendia e ele já tinha estudado um ano antes. Que cantava (e canta). Um ele com quem podia ter dado tão certo. E deu. Até um dia. Um ele que nos finais de Março tinha uma fita inteira para escrever e na primeira semana de Maio me dedicou duas linhas à porta da Ordem dos Advogados. Porque sim. Já não podíamos dizer-nos muito mais que isso. Vai e sê feliz. Um ele que no fim do primeiro dia numa sala de audiência quis contar-me tudo em primeira mão. E então convenceu-me a largar o livro de Processo e a ir andar. Até que, nesse dia, eu de havaianas e ele de fato, nos sentámos na Vasco da Gama. Quando eu me levantei, já não havia nada a fazer. Ter vindo atrás de mim não lhe permitiu recuperar o que existia meia hora antes. Porque as palavras ditas são como as pedras atiradas. Não têm volta. Depois disso, vimo-nos pouco, cada vez menos. E nunca mais nos abraçámos. Doeu. Mas passou. Hoje, há minutos, telefonei-lhe, e, embora nos tenhamos dito muitas coisas, há um deserto imenso que nos impede, sete anos depois, de continuar a contar o tanto que, antes de me levantar, podia ter escrito uma história diferente da nossa vida.

Este post não é para entender. É só para ficar escrito.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A crise dos 7 anos



Há sete anos, morava na Rua do Brasil com o H., a C. e a X. Há sete anos, saí de casa com todos eles, por volta das sete e meia da manhã. Há sete anos, quando a Porta Férrea abriu, sentámo-nos no primeiro degrau das escadas centrais da Via Latina. Há sete anos, a Serenata Monumental foi lá. Há sete anos, passámos lá o dia inteiro. Fomos vendo a mancha negra agigantar-se. Há sete anos, comemos pizza trazida de mota ao almoço. Há sete anos, a Pitagórica actuou só para nós, aí pelo meio da tarde. Há sete anos, por esta hora, o meu nariz já se pelava, porque tinha estado muito sol e tínhamo-nos queimado todos. Há sete anos, fará aí às onze, eu e o H. pusémo-nos a cantar fado nos micros instalados para a serenata. Depois, adormecemos. Há sete anos, já nem sabia se ficava, se me ia embora, porque há sete anos eu só sabia que começava a despedir-me. Há sete anos, a Serenata, se não foi a mais bonita de todas, pareceu. Há sete anos, chorei baba e ranho incessantemente durante uma hora. Há sete anos, gritei tanto, saltei tanto, abanei tanto as fitas vermelhas carregadinhas de gostares, atirei tão alto a capa... que parece que foi ontem... tão bem que me lembro. Há sete anos, fiquei sem voz. Há sete anos, começava a minha última Queima como estudante. E se há dúvidas que o tempo passa a correr, esqueçam-nas. Passa mesmo. Foi há sete anos e pensar nisto aperta-me o coração e enche-me os olhos de lágrimas como se ainda agora sentisse que Coimbra tem mais encanto... na hora em que nos despedimos.

Das horas...

A menina gostou um bocadinho muito...


que a Crente se tivesse lembrado dela e lhe tivesse atribuído este selo.

E é por isso, por ser uma coisa boa, que não escolhe ninguém e a remete a todos os autores dos blogs ali do lado. Amigos-amigos, amigos-blogosféricos. Todos. Porque há dias em que me fazem tanta companhia...

Desgracei-me


Ai Romeu, Romeu, que fazes gato sapato de eu...

A menina queeeeerrrrr...


Ambos da Globe!

Gosto de


casas com luz, com janelas abertas, com sol nas paredes, com cheiro de ar, com gente a cantar. Gosto do cheiro da chuva nos canteiros das cidades. Gosto de gotas de orvalho nas flores dos vasos. Gosto de portas brancas. Gosto de números de porta. Gosto da luz dos amanheceres. Gosto de abraços quentinhos. Gosto de plantas em casa. Gosto de andar descalça. Gosto de tapetes que não escorregam. Gosto de banhos demorados. Gosto de roupa estendida. Gosto de gavetas organizadas. Gosto de meias dobradas. Gosto de livros começados. Gosto de livros já lidos. Gosto de tranças. E de fitas no cabelo. Gosto de brincos compridos. Gosto de brincos minúsculos. Gosto de aniversários. Gosto que gostem de mim. Gosto que me digam quando gostam de mim. Gosto que me digam quando não gostam de mim. Gosto de ouvir música sozinha. Gosto taaanto de chá. Gosto de cor de rosa. Gosto de dormir quentinha. Gosto de me espreguiçar muito pela manhã. Gosto de regadores de lata. Gosto muito de branco. Gosto de relativizar. Gosto mesmo de ouvir. Gosto mesmo de falar. Gosto de finais felizes. Gosto de chorar em paz. Gosto de trabalhar. Gosto de ler. Gosto de aprender. Gosto de escrever. Gosto de aguarelas. Gosto de fotografias em casa. Gosto de sumo de laranja natural. Gosto de renda. Gosto de tecidos às bolinhas. Gosto de serras. Gosto de mares calmos. Gosto de ter tempo. Gosto de gostar. Gosto de pessoas. Gosto tudo das minhas pessoas. Adoro a minha gente. Já não saberia viver sem ti.

Eu lembro-me de cada coisa...

Quando andava na faculdade e morava no 37, a nossa casa de banho do último andar (onde também era o meu quarto) tinha um tecto que era uma enorme claraboia. Quase sempre aberta, faz-me ter saudades dos banhos em tempos de queima e latada, pelas madrugadas dentro, com a chuva a bater, fria, bem fria, na cara, e a água do chuveiro a fumegar e a cair nas costas e no cabelo. A vista, bem... a vista... Ao longe, via-se a Cabra. Tenho mesmo saudades.

Verdades e assim assim

Virei insensível. Gritámos ambas nos primeiros dez minutos sem parar. Depois, já certas que não era isso que os faria mudar o filme, fomos entrando na história. Com susto, mas sem pestanejar, vimos sangrar gente pelos olhos e tudo. Mas foi quando, impávidas, assistimos ao repeat da cena do bungee jumping com a tripa de um mau que se fez luz. Virei insensível. A seguir, bebi mais chá. E parei de insultar o G., mente brilhante que elegeu o Machete. Eu já fui uma mocinha tão inocente em tempos...

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Gosto de





gostar de quem gosta de mim.

:)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Somos mesmo

LAPAROTOS!

É a conclusão. Estou aqui a passar a ferro, liguei a TV e está a dar o "Peso Pesado"... Meus amigos... o que é aquilo?! É tudo tão mau que nem sei o que eleger como pior. A apresentadora com números a começar por 760 e a oferecer prémios como nas rodas e caixas e galinhas da manhã, a música, o ritual de queimar a roupa, o senhor que cita frases feitas, o ar de pena com que os olha a treinadora... Ai oh pessoas... É que se isto queria imitar o Biggest Loser... huuummm... NÃO CONSEGUIU!!! Até me doeu na alma ver a figura desta gente. Não a figura, figura, figura física. Não. Convivo muito bem com elas. Mesmo. Muito de perto, até. O que me doeu foi a figura que ali estão a fazer, o papel a que estão a prestar-se. Pronto. Foi a primeira e promete ser a última vez que vejo o programa. Agora vou acabar de passar o lençol que deixei a meio porque tinha de aqui vir desabafar...

A minha vida estava para ser um romance... e foi!

... percebi que já não era só a voz que me falhava... era também o saldo do telemóvel (ou a bateria, perdida; ou, simplesmente, a vontade). E não lhe respondi. Diz que isso empalideceu de medo a fulana. Não pude confirmar por mim mesmo... Estava um frio do caraças e ainda não tinha tido alta... A verdade, porém, é que, ainda hoje, mesmo na altura da praia, ela é um bocadinho branquela!

Lido algures, desaparecido não sei quando.

Verdades e assim assim

Hoje comi nêsperas. Foram as primeiras deste ano. Começam as frutas todas a nascer nos quintais. Se amo o Inverno, são as cores da natureza desta época que não me deixam desejar, para sempre, o tempo frio.

Vou contar-te uma história

O teu pai escondeu durante anos o quanto desejava ser pai. Ou melhor, dizer que o escondeu não fará justiça ao que ele sentia. Acho que a verdade é que foi deixando passar os anos, numa inércia inexplicável para se sentar, ouvir o coração e seguir em frente com os horizontes redefinidos. Quando ela apareceu, não foi capaz de a segurar, embora o tempo tenha mostrado que não tinha sido igualmente capaz de a deixar fugir para longe. Mas foste tu, ainda por existir, a ideia de ti, quem mudou definitivamente o rumo da história. Por isso te chamaram assim esse nome que tens. O resto, já conheces. Vês repetidamente as fotografias que imortalizaram os melhores momentos e ouves todos os serões de domingo as cenas que protagonizaram. Quando ontem, pela manhã, se espantaram com o namoro, tenho a certeza, confirmavam apenas como a vida pode ser maravilhosamente surpreendente. No final das contas, vivem felizes para sempre e isso não é uma fantasia.

Mimos



Ontem, assim, do nada, um presente.
Mimos da M.
A-D-O-R-E-I!!!

P.S. A outra foto não lhe fazia justiça. Estas também ainda não. Mas estão melhores...

segunda-feira, 2 de maio de 2011

E...

seguiu!

Cumpriu-se o objectivo de um Estado!

Mas, mesmo aos maus, tenho cá pra mim, ninguém nos investiu no direito de lhes tirar a vida. Isto sou eu que digo. Também não gostei do espectáculo da decapitação da estátua do antecessor. Sou esquisita. Não gosto deles. Fujo deles como o diabo da cruz, mas acho que nos assemelhamos todos muito quando recuperamos a máxima do "Olho por olho, dente por dente!". É isso.

G.

Estava quase convencida que isto tinham sido dois dias à Senhora da Asneira, tão fraca impressão me deixou o arrazoado no fim da leitura por inteiro, e que, a ser publicável, só se fosse no jornal da escola da minha mãe (o tema é criancinhas...). Mas ele leu e adjudicou. Não acha que está fraco, acha que está simples. Não acha que está pouco jurídico, acha que está bem escrito. Não acha que está seco, acha que está com o conteúdo essencial à vista. Pronto. Publique-se. O tipo é de fiar. Amanhã introduzo algumas das alterações propostas. Hoje já não dou nem mais uma para a caixa. Adeus. À terceira tentativa de directa, pelos vistos, a princesa cai para o lado. Vou dormir. O meu mal é muito sono.

...

domingo, 1 de maio de 2011

Mum

Quem a tem, tem tudo!

E se eu acreditasse nos astros?!

It's amazing what they can do with smoke and mirrors these days. People can make almost anything look like almost anything else. As long, that is, as their audiences are willing to believe what they seem to be seeing. Nobody in this world can be fooled by anything or anyone unless deep down within, they secretly want the deception to be a reality. Someone now is telling you that a hope is hopeless. Is this what you want to prove true? If you don't, just keep trying your best and trust what's in your heart.